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Mais de 800 servidores da Ufes já foram contemplados com o Reconhecimento de Saberes e Competências
As portarias de concessão de Incentivo à Qualificação (IQ) no processo de Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC) já contemplam 819 servidores técnico-administrativos da Ufes até esta quinta-feira, 24. Desse total, 396 concessões foram para o nível RSC VI, equivalente à titulação de doutorado, 399 para o RSC V (mestrado), 23 para o RSC III (graduação) e uma para o nível RSC I (ensino fundamental).
O RSC é o instrumento institucional criado pela Lei nº 15.367/2026, que reconhece os saberes adquiridos pelos servidores na dinâmica de ensino, pesquisa e extensão, mas que não estão necessariamente formalizados em diploma, certificado ou outro título acadêmico. Entre esses saberes estão as habilidades e experiências desenvolvidas na trajetória profissional que vão além das atribuições previstas no cargo do servidor e que contribuem para os resultados institucionais. O incentivo é um acréscimo na remuneração que varia de 10% a 75% do vencimento básico.
Segundo a Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progep), cerca de 1.600 servidores da Ufes estão aptos a requerer o incentivo e o número de concessões já realizadas na Ufes está entre os maiores do Brasil. A celeridade no processo, segundo a pró-reitora Josiana Binda, se deve ao número de comissões dedicadas a avaliar os processos. "Para agilizar a avaliação dos documentos, a Ufes criou sete comissões formadas por representantes indicados pelo Conselho Universitário, pela Comissão Interna de Supervisão do Plano de Cargos e Carreira dos Servidores Técnico-Administrativos em Educação (CIS) e pela Progep", informou.
Todas as informações sobre o fluxo de análise dos pedidos, legislação e orientações sobre o passo a passo para requerer o RSC estão disponíveis neste site.
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Categorias relacionadas InstitucionalPremiado em mostra do Festival de Cannes, filme brasileiro Virtuosas estreia no Cine Metrópolis
Sátira do fanatismo religioso e do discurso conservador, o filme brasileiro Virtuosas estreia nesta quinta-feira, 24, no Cine Metrópolis. O longa, dirigido por Cíntia Domit Bittar, foi premiado na mostra francesa Marché du Film, do Festival de Cannes, e na Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, e se destaca pela mistura do gênero do terror com a crítica social.
Estrelado por Bruna Linzmeyer, o longa acompanha um grupo de mulheres cristãs que participam de um retiro VIP, que promete aperfeiçoar sua feminilidade, liderado pela coach Virgínia Heinzel. Com foco no público feminino conservador, Heinzel prega sobre os valores da “mulher virtuosa” e seu papel na família e na sociedade. À medida que os dias passam no retiro, porém, a promessa de crescimento pessoal dá lugar a uma tensão crescente que descamba para acontecimentos absurdos.
Além da estreia de Virtuosas, o Cine Metrópolis exibe em sua programação Morte e Vida Madalena, de Guto Parente, Furnas Fundas: Uma Fábula Gótica Brasileira, de Beto Marquez, e Não Existe Almoço Grátis, de Pedro Charbel e Marcos Nepomuceno.
Imagens da Infância
Imagem Cena de Lua de PapelNa próxima quarta-feira, 30, o Cine Metrópolis exibe uma sessão do filme Lua de Papel, de Peter Bogdanovich, dentro da programação do projeto de extensão Uma História do Cinema. O longa integra o novo módulo da iniciativa, Imagens da Infância, que neste semestre se dedica às histórias que têm crianças como protagonistas.
Lançado em 1973, o filme acompanha a vida de Addie Loggins (Tatum O’Neal), uma jovem órfã que se junta a Moses Pray (Ryan O’Neal), um vigarista disfarçado de vendedor de bíblias. Ambientada na crise econômica conhecida como a Grande Depressão, nos anos 1930, a narrativa segue as desventuras da dupla de caloteiros. A atuação da jovem atriz lhe rendeu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante.
A sessão acontecerá a partir das 13 horas, com entrada gratuita e aberta ao público geral. Além da exibição do filme, haverá uma apresentação prévia da obra e, após a sessão, um debate com a plateia, mediado pelo professor do Departamento de Comunicação Social da Ufes Fabio Camarneiro. Serão emitidos certificados para as pessoas interessadas.
Confira as sinopses dos filmes em cartaz no Cine Metrópolis de 24 a 30 setembro:
Virtuosas, de Cíntia Domit Bittar (Brasil, 2026)
O retiro Jornada Virtuosa VIP, criado para aperfeiçoar a chamada feminilidade cristã, transforma-se em uma experiência caótica e perigosa. O que começa como uma imersão espiritual conduzida pela excêntrica coach Virgínia Heinzel rapidamente desmorona, mergulhando Germina e as demais participantes sorteadas em uma jornada absurda e imprevisível.
Morte e Vida Madalena, de Guto Parente (Brasil/Portugal, 2026)
Madalena é uma produtora de cinema, grávida de oito meses, prestes a rodar um filme de ficção científica B escrito por seu pai recém falecido. Quando Davi, o diretor do filme e seu ex-marido, desaparece misteriosamente do set, Madalena precisa fazer das tripas coração para conseguir terminar o filme antes do bebê nascer.
Furnas Fundas: Uma Fábula Gótica Brasileira, de Beto Marquez (Brasil, 2026)
Na pequena cidade de Furnas Fundas, uma eleição feroz divide famílias, amigos e vizinhos. Enquanto todos disputam o futuro da cidade, ninguém percebe que um mal muito mais antigo está prestes a despertar. À margem de tudo está Bartira e sua improvável gangue de deslocados, figuras que a cidade prefere esquecer. Mas quando a violência da campanha eleitoral desperta uma força sombria adormecida há gerações, serão justamente os excluídos que terão de impedir que Furnas Fundas se transforme em um banho de sangue.
Não Existe Almoço Grátis, de Pedro Charbel e Marcos Nepomuceno (Brasil, 2026)
Em Sol Nascente, maior favela do Brasil, Socorro, Jurailde e Bizza lideram uma das Cozinhas Solidárias do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), distribuindo almoços de graça diariamente. Para a posse do presidente Lula, estão encarregadas de cozinhar para centenas de pessoas que chegarão a Brasília para assistir à cerimônia em 1º de janeiro. Em meio a ameaças de golpe, o documentário acompanha o evento e a organização coletiva, revelando que o futuro se cozinha hoje e a muitas mãos.
Veja os horários das sessões na página do Cine Metrópolis.
Categorias relacionadas CulturaPesquisa alerta para avanço do câncer de início precoce na América Latina e Caribe
Uma pesquisa liderada por membros do Grupo de Estudos e Pesquisas em Oncologia (Geponc) da Ufes, em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (Opas/OMS) e a Universidade de Iowa, dos Estados Unidos, alerta para o aumento dos casos de câncer diagnosticados antes dos 50 anos na América Latina e Caribe.
Os pesquisadores apontam que o câncer de início precoce deve ser reconhecido como um desafio emergente de saúde pública para a região. Segundo o coordenador do Geponc/Ufes, professor Luís Carlos Lopes-Júnior, “o fortalecimento dos registros populacionais, a harmonização da coleta de dados e a construção de redes colaborativas regionais são medidas urgentes para que os países possam monitorar e responder adequadamente ao fenômeno”, acrescenta ele.
No estudo, foram analisados 4.426 registros científicos e, após um rigoroso processo de seleção, foram escolhidas 28 publicações provenientes de 11 dos 33 países da América Latina e Caribe. O Brasil respondeu por quase metade das publicações identificadas. De acordo com Lopes-Júnior, “os resultados apontam tendências crescentes para diferentes tipos de câncer diagnosticados antes dos 50 anos, especialmente câncer de mama, câncer colorretal, câncer de tireoide e adenocarcinoma do colo do útero, embora os padrões variem entre países e populações”.
Como exemplo, ele cita que, no Brasil, um dos estudos incluídos mostrou que, entre mulheres de 20 a 39 anos no estado de Goiás, a incidência de câncer de mama passou de 2,89 para 6,37 casos por 100 mil mulheres/ano, entre 1988 e 2003. Isso corresponde a um crescimento percentual médio anual de 5,22%.
Em relação ao câncer colorretal, “foram observadas tendências de aumento no Brasil e no Uruguai, enquanto dados provenientes do Peru indicaram redução da incidência”, mostrou.
No que diz respeito ao câncer do colo do útero, os pesquisadores também identificaram comportamentos distintos de acordo com o subtipo histológico, ou seja, conforme o tecido/célula no qual o tumor se originou. O professor afirmou que "enquanto houve redução do carcinoma de células escamosas [células que revestem a superfície de órgãos], o adenocarcinoma [células glandulares] apresentou aumento em determinados contextos”.
A partir das evidências encontradas, os autores propõem três grandes prioridades para a região: fortalecer e padronizar os registros populacionais de câncer; ampliar estudos multicêntricos e redes regionais de colaboração; e avançar na integração de dados epidemiológicos, clínicos, genômicos e moleculares.
Publicação
O estudo foi publicado no eClinicalMedicine, periódico da revista científica The Lancet Discovery Science, com o título Câncer de início precoce na América Latina: tendências de incidência, lacunas de evidências e implicações clínicas.
No artigo, os autores ressaltam que fatores como obesidade, consumo de álcool, tabagismo, padrões alimentares ocidentalizados e desigualdades socioeconômicas foram relatados em alguns dos estudos incluídos. Entretanto, eles destacam que esses resultados devem ser interpretados como exploratórios, uma vez que a revisão não foi desenhada especificamente para resumir as causas da doença.
Desafios
Para os pesquisadores, “um dos resultados mais relevantes do trabalho não está apenas nas tendências de crescimento identificadas, mas também naquilo que ainda não se conhece”. Dos 33 países da América Latina e do Caribe, apenas cerca de um terço apresentou estudos elegíveis sobre câncer de início precoce. “Além disso, a literatura disponível é predominantemente formada por estudos observacionais e descritivos, com diferenças importantes nas fontes de dados e nos grupos etários avaliados”, informou Lopes-Júnior.
Ele acrescenta que a ausência de sistemas robustos e comparáveis de vigilância dificulta dimensionar adequadamente o fenômeno na região. “Não podemos planejar estratégias efetivas de prevenção e detecção precoce sem sistemas de vigilância capazes de mostrar onde, entre quem e com que velocidade esses cânceres estão aumentando”. Para Lopes-Júnior, é necessário avançar para uma agenda científica capaz de compreender os determinantes do aumento da incidência de câncer precoce.
Leia a matéria completa no site da Revista Universidade.
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Categorias relacionadas Pesquisa SaúdeLivraria da Ufes inaugura espaço de arte em Goiabeiras com exposição de fotografias da Universidade
A Livraria da Ufes, localizada no campus de Goiabeiras, inaugurou um novo espaço dedicado às artes visuais, com a exposição Universo Setenta: Ensaios visuais da Universidade Federal do Espírito Santo aos 70 anos, composta por registros do fotógrafo e servidor da Ufes Marcos de Alarcão. A mostra pode ser visitada gratuitamente de segunda a sexta-feira, das 8h às 11h30 e das 12h30 às 17h.
Universo Setenta oferece um panorama visual da Ufes em todos os territórios em que a Universidade está presente. O acervo completo reúne 70 imagens capturadas ao longo de 2024, ano em que a instituição celebrou sete décadas de existência, trazendo registros dos campi de Goiabeiras, Maruípe, São Mateus, Alegre e Jerônimo Monteiro. Naquele ano, as fotografias de Alarcão foram exibidas na Biblioteca Central da Ufes, integrando uma série de ações culturais que marcaram o aniversário da Universidade.
A exposição conta com curadoria de Antonio David Protti, fotógrafo e professor aposentado do curso de Comunicação Social da Ufes, montagem de Angelica Reckel e produção de Déborah Corrêa. Ao longo do período da exposição, o público poderá acompanhar a rotação do acervo, permitindo que as fotos sejam trocadas gradualmente no espaço da livraria. A mostra ficará em cartaz até novembro.
Para Alarcão, o objetivo do trabalho ultrapassa o mero registro dos espaços físicos da Universidade. “Esse projeto tem muitas camadas. É sobre memória, identidade e territorialidade. Sobre as relações que se estabelecem entre os corpos, os territórios e o tempo vivido”, destaca.
Literatura, ciência e artes
A Livraria da Ufes é o ponto de difusão das obras publicadas pela Editora da Ufes (Edufes), criada em 1995 com o papel de editar e comercializar produções acadêmicas e literárias de docentes e servidores técnico-administrativos da instituição. Segundo a Edufes, a criação do espaço de arte busca aproximar a comunidade universitária e o público externo da produção cultural, integrando literatura, ciência e artes visuais, além de estimular a circulação de visitantes na livraria e torná-la um ambiente dinâmico de convivência.
Como desdobramento do novo espaço, a Edufes planeja lançar um edital de seleção voltado a artistas iniciantes, incentivando novos talentos cujas propostas conversem e dialoguem com o ambiente da livraria.
Foto: Divulgação
Categorias relacionadas CulturaInova Ufes lança ferramenta que simplifica a elaboração de projetos com fundação de apoio
A Agência de Inovação da Ufes (Inova Ufes) lançou o Gerador de Projetos Institucionais (GPI), um sistema criado para auxiliar docentes e equipes de pesquisa na elaboração e organização de projetos institucionais executados por meio de fundação de apoio. Para apresentar a ferramenta, a equipe vai realizar oficinas práticas nos quatro campi da Universidade, sendo que a primeira aconteceu na manhã desta quarta-feira, 23, em São Mateus (foto). Veja abaixo o calendário completo.
O GPI tem a proposta de reduzir o trabalho repetitivo, possibilitando que a coordenação do projeto preencha as informações uma única vez, já que o sistema gera automaticamente os documentos exigidos no processo. Segundo o coordenador do Escritório de Projetos da Inova Ufes, André de Almeida, isso diminui a chance de erros e de inconsistências entre um documento e outro. "Boa parte da espera até a assinatura dos acordos decorre de processos que voltam para correção", afirma.
Simulação de orçamento
A ferramenta também permite simular o orçamento antes do projeto ser fechado com o parceiro, uma vez que parte do valor de todo projeto com recurso fica na Ufes como forma de ressarcimento; outra parcela vai para o Desenvolvimento de Ensino, Pesquisa e Extensão (Depe), geralmente destinada ao centro que coordena o projeto; e uma outra cobre os custos da Universidade. O GPI inclui esse cálculo, e o valor apresentado na simulação corresponde ao que efetivamente fica disponível para a execução do projeto. "Por isso, a recomendação é usar a ferramenta antes de acertar valores com empresas, órgãos públicos ou financiadores", orienta Almeida.
O GPI também é o primeiro passo para quem vai operacionalizar um Termo de Execução Descentralizada (TED). Nesse instrumento, um ministério ou outro órgão federal repassa parte do próprio orçamento para que a Ufes execute uma ação. O projeto montado no sistema sustenta a declaração de compatibilidade de custos exigida na abertura do processo. Depois da assinatura do TED, o mesmo projeto é usado na contratação da fundação de apoio.
Oficinas
Nas oficinas, os participantes poderão conhecer o sistema, testar suas funcionalidades e tirar dúvidas diretamente com a equipe do Escritório de Projetos. Todos os encontros acontecem das 9h às 12h e as vagas são limitadas. Confira o calendário dos próximos encontros:
• Goiabeiras – 5 de outubro, na sala 308 do Ed. 7, no Centro de Ciências Jurídicas e Econômicas (CCJE). Inscrições aqui.
• Maruípe – 6 de outubro, no Auditório da Biotecnologia. Inscrições aqui.
• Alegre – 21 de outubro, no Laboratório 1 do Prédio “Chichiu”. Inscrições aqui.
O GPI já está disponível na página do Escritório de Projetos, que agora também apresenta uma trilha interativa que, a partir de respostas a poucas perguntas, indica qual tipo de acordo se aplica a cada caso; o passo a passo completo para TEDs, com modelos de documentos para download; e respostas às dúvidas mais comuns, como a diferença entre convênio, acordo de parceria e acordo de cooperação, a participação de pessoas externas na equipe e o papel da fundação de apoio.
Foto: Inova Ufes
Categorias relacionadas InstitucionalJornada Itinerante de Extensão e Cultura chega a Santa Maria de Jetibá nesta quinta, 24. Programação gratuita
Atividades extensionistas desenvolvidas pela Ufes serão apresentadas à população de Santa Maria de Jetibá a partir desta quinta-feira, 24. A Universidade leva até o município a décima quarta edição da Jornada Itinerante de Extensão e Cultura. O evento é uma iniciativa da Pró-Reitoria de Extensão (Proex) e será realizado em parceria com a XXI Feira Científico-Cultural de Santa Maria de Jetibá, com programação até sexta-feira, dia 25.
As atividades vão acontecer das 13h às 17h30, no Centro de Eventos Sofia Arnholz Berger. A entrada é gratuita e aberta para toda a população. Veja abaixo os projetos que serão apresentados no local.
O evento tem como proposta aproximar a Universidade da sociedade capixaba e, especialmente neste caso, dos municípios do interior do Espírito Santo, possibilitando o intercâmbio de conhecimentos, a valorização da cultura local e o acesso da comunidade às ações de extensão desenvolvidas pela Ufes para estudantes, professores e moradores da região.
Neste ano, a Jornada Itinerante de Extensão e Cultura já esteve presente em Vargem Alta, Nova Venécia, Alegre, Domingos Martins e Jaguaré.
Conheça os projetos que serão apresentados ao público em Santa Maria de Jetibá:
Show de Física
Experimentoteca
Cursos de Espanhol na Escola Básica (Ceneb)
Círculo de Estudos de Língua e Literatura Latina
Enactus Ufes/Vitória
Este é o nosso patrimônio: Ações Educativas sobre o Patrimônio Cultural no Sítio Histórico de São Mateus/ES
Caixa de Babel II: As múltiplas linguagens dos bebês nos currículos da Educação Infantil no Agreste de Pernambuco
Gamificação e tecnologia: um desafio no ensino em saúde
Laboratório Interdisciplinar de Estudos e Pesquisas Materialistas (LPM)
Museu de História Natural do Sul do Estado do Espírito Santo (Muses)
Astronomia e Ciência do Espaço no Muses (AstronoMuses)
Encontro de Primavera reúne renomados cientistas da área de Física até sexta, 25, no campus de Goiabeiras
A Ufes recebe a partir desta terça-feira, 22, o VI Encontro de Primavera da Sociedade Brasileira de Física. O evento reunirá aproximadamente 400 pesquisadores que trabalham nas áreas de Física de Altas Energias, Física Nuclear, Astrofísica e Cosmologia. “É o maior evento brasileiro nessas áreas, e é a primeira vez que ele ocorre no Espírito Santo”, afirma o professor Júlio Fabris, do Departamento de Física da Ufes.
O evento vai até sexta-feira, 25, no campus de Goiabeiras, com programação descentralizada em plenárias, palestras paralelas e comunicações orais. Nas plenárias serão feitas revisões de pesquisas de fronteira nas áreas tratadas no evento; nas palestras paralelas são abordados temas mais específicos em cada área; e nas comunicações orais serão apresentados os trabalhos selecionados entre os inscritos. Confira os detalhes e os locais de cada atividade aqui.
Um momento de programação pública, voltada às escolas da educação básica e comunidade em geral, vai acontecer na quarta-feira, 23, das 18 às 19 horas, no auditório do Centro de Ciências Exatas (CEE). O pesquisador Gláuber Dorsch, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), vai tratar do tema Novas Fronteiras, múltiplos caminhos: ondas gravitacionais e as oportunidades para a Física de Altas Energias.
O evento constitui uma oportunidade de contato com renomados pesquisadores, que abordarão temas de relevância e atualidade científica, oferecendo também um amplo painel das atividades científicas nas áreas contempladas.
As plenárias principais vão ocorrer todos os dias, pela manhã e à tarde, no Teatro Universitário. Confira a programação:
22/09
• Das 9 às 10 horas: Elisabeth Krause (UA, EUA) - Cosmologia.
• Das 14 às 15 horas: Jenny List (DESY, Alemanha) - Partículas elementares.
23/09
• Das 9 às 10 horas: Takashi Nakamura (ICT, Japão) - Física Nuclear.
• Das 14 às 15 horas: Kuver Sinha (OU, EUA) - Astropartículas.
24/09
• Das 9 às 10 horas: Ubirajara van Kolck (ECT, Itália) - Física Nuclear.
• Das 14 às 15 horas: Berndt Mueller (DU, EUA) - Partículas elementares.
25/09
• Das 9 às 10 horas: Vítor Cardoso (IST, Portugal) - Gravitação.
• Das 14 às 15 horas: Xiao-Dong Tang (ACC, China) - Física Nuclear.
Palestra para servidores da Ufes propõe reflexão sobre capacitismo e seus impactos sociais. Inscrições abertas
Na próxima quinta-feira, 24, a Diretoria de Desenvolvimento de Pessoas (DDP) da Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progep) promoverá a palestra Somos Todos Capacitistas, e agora? para servidores técnico-administrativos e docentes, que podem se inscrever pelo link disponível na página do evento. A formação acontecerá das 14h às 17h, na sala 4 da DDP, no campus de Goiabeiras.
A iniciativa pretende mostrar o capacitismo como uma forma de discriminação estrutural contra pessoas com deficiência, promovendo reflexões críticas sobre seus impactos sociais, culturais e institucionais, bem como fortalecendo práticas inclusivas fundamentadas nos direitos humanos, na acessibilidade e na equidade.
Entre os tópicos apresentados, estão: compreender o conceito de capacitismo e suas manifestações no cotidiano; identificar atitudes capacitistas conscientes e inconscientes; adotar uma comunicação respeitosa e inclusiva em diferentes contextos; e conhecer marcos históricos dos direitos das pessoas com deficiência no Brasil e no mundo.
A palestrante será Ana Paula Ferreira, assistente social do Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes (Hucam/Ufes), socióloga e psicanalista, com ampla experiência em saúde pública, educação interprofissional, direitos da pessoa com deficiência, políticas afirmativas e sociologia da educação.
Cursos autoinstrucionais
Além desse evento presencial, a DDP divulgou novos cursos autoinstrucionais voltados para os servidores da Universidade. As inscrições podem ser feitas pelos links acessíveis na página de divulgação de cada iniciativa. Confira:
• Atendimento ao público no serviço de urgência e emergência com apoio da Tecnologia da Informação (com carga horária de 8h).
• Atendimento Institucional na Ufes: boas práticas, triagem e encaminhamento (20h).
• LAI aplicada na Ufes: SIC, recursos, dados pessoais, e transparência sem erro (20h).
• Inovação Pedagógica Digital: ferramentas e tecnologias para a educação superior (20h).
• Linguagem Simples para atuação na Ufes (20h).
• LGPD aplicada à Ufes, com foco nos sistemas e processos internos (20h).
Mais informações sobre esses e outros cursos podem ser obtidas também no Portal Desenvolve Pessoas.
Categorias relacionadas InstitucionalPesquisadores da Ufes participam de expedição científica internacional para mapear fossa profunda do Oceano Atlântico
Quatro pesquisadores da Ufes vinculados ao Laboratório de Geociências Marinhas (LaboGeo) integram o cruzeiro científico The Gap, que irá mapear e caracterizar os habitats do fundo do mar na Zona de Fratura de Romanche. O professor do Programa de Pós-Graduação em Oceanografia Ambiental (PPGOA) da Ufes Alex Bastos, a mestranda Ana Laura Piol e os pesquisadores de pós-doutorado do LaboGeo/Ufes Paulo Cetto e Tarcila Franco estão a bordo do navio oceanográfico Falkor, que partiu de Fortaleza, no Ceará, neste domingo, 20, e atravessará o Oceano Atlântico até a região de Tema, em Gana, na África Ocidental, retornando no dia 29 de outubro.
A expedição reúne 26 pesquisadores de cinco países. O objetivo é explorar a Zona de Fratura de Romanche, uma falha transformante – fratura na crosta terrestre com duas placas tectônicas que deslizam lateralmente uma em relação à outra – no Oceano Atlântico Sul, com 2 mil quilômetros de extensão e orientação oeste-leste.
A Romanche é a terceira mais profunda fossa do Oceano Atlântico e divide a cadeia montanhosa submarina denominada Dorsal Mesoatlântica, na parte mais estreita do Atlântico entre o Brasil e a África Ocidental. A parte mais profunda da Dorsal Mesoatlântica possui 7.856 metros de profundidade. A fratura cria um ambiente de relevo acidentado e encostas cobertas por sedimentos, alimentadas por poderosas correntes equatoriais e ressurgência sazonal – fenômeno que acontece quando águas mais profundas, geralmente frias e ricas em nutrientes, sobem em direção à superfície.
Apesar de o local ter essas condições que favorecem a biodiversidade marinha, como paredes íngremes e águas ricas em nutrientes, os dados, até então, sugeriam que a vida na região era escassa. Os especialistas agora acreditam que essa escassez se deve simplesmente à subamostragem, e que a região abrigue pontos críticos de biodiversidade e ecossistemas marinhos vulneráveis, o que poderá ser confirmado nessa expedição.
O professor José Perez, da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), de Santa Catarina, e a professora Kerry Howell, do Laboratório Marinho de Plymouth, do Reino Unido, lideram a equipe internacional para explorar e descrever os padrões ecológicos de espécies e os organismos que vivem nesse ambiente. Os dados coletados durante essa pesquisa ampliarão o potencial para classificar áreas específicas da região de alto-mar como ecossistemas marinhos vulneráveis.
Veja essa e outras pesquisas desenvolvidas pela Ufes no site da Revista Universidade.
Pesquisa geológica
A bordo do navio Falkor (too), a equipe da Ufes realizará pesquisas na área geológicaO navio Falkor (too), com 110 metros de extensão, pertence ao Schmidt Ocean Institute, uma fundação estadunidense sem fins lucrativos, dedicada a promover pesquisas oceanográficas e catalisar o compartilhamento de informações sobre os oceanos. A embarcação possui equipamentos de mapeamento do fundo marinho; um veículo autônomo submersível para mapeamento de alta resolução e um Remotely Operated Vehicle (ROV - Veículo Operado Remotamente), que possui câmeras de alta resolução e diferentes ferramentas para amostragem geológica e biológica. Esses veículos chegam a 4.500 metros de profundidade, revelando os mistérios do fundo dos oceanos.
A equipe da Ufes realizará atividades de pesquisa na área geológica. “Nossa responsabilidade na expedição será operar e processar dados de mapeamento do fundo oceânico e coletar amostras de rochas e sedimentos usando o ROV, que é comandado por pilotos do navio”, afirmou o professor Bastos.
Segundo o pesquisador, o objetivo deste trabalho “é estudar os processos de sedimentação na região e a formação de possíveis depósitos carbonáticos [acumulações de rochas sedimentares formadas predominantemente por minerais de carbonato de cálcio e magnésio], além de estudar a geodiversidade e sua relação com os processos ecológicos e oceanográficos”.
Imagens: Acervo do Schmidt Ocean Institute
Categorias relacionadas Meio ambiente PesquisaAssinada a portaria que concede aceleração na progressão de carreira para técnicos aposentados e pensionistas da Ufes
O reitor Eustáquio de Castro assinou nesta segunda-feira, 21, a portaria que garante a 400 servidores aposentados da Ufes o direito de acelerarem na progressão de carreira por capacitação. Além destes, cerca de cem pensionistas também serão beneficiados.
A assinatura da portaria ocorreu na sala de reuniões da Reitoria, com a presença da pró-reitora de Gestão de Pessoas da Universidade, Josiana Binda, e da coordenação do Sindicato dos Trabalhadores da Ufes (Sintufes). Os efeitos financeiros da medida são retroativos a 1º de janeiro de 2025, seguindo a mesma regra aplicada aos servidores da ativa.
Na foto, o reitor Eustáquio de Castro (no centro da mesa), a pró-reitora Josiana Binda (à direita), o coordenador-geral do Sintufes, Marcelo Rosa (à esquerda), e demais representantes do sindicato.
Extensão de benefício
A aceleração da progressão por capacitação foi concedida aos servidores técnico-administrativos em Educação por meio da Lei nº 15.141/2025, permitindo que muitos servidores ativos avançassem alguns padrões na tabela salarial. A partir de uma análise que envolveu a Comissão Nacional de Supervisão de Carreiras (CNS/MEC), a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), o Fórum Nacional de Pró-Reitores de Gestão de Pessoas das Instituições Federais de Ensino Superior (Forgepe) e entidades representativas dos servidores aposentados, houve um entendimento jurídico de que o benefício também poderia ser estendido aos aposentados e pensionistas que possuem paridade com os servidores da ativa.
Possuem paridade servidores que se aposentaram antes da Reforma da Previdência de 2003 ou aqueles aposentados pelas regras de transição das Emendas Constitucionais nº 47/2005 e nº 70/2012, e pensionistas derivados dessas aposentadorias. Essas normativas garantiram aos servidores a condição de se aposentar com as mesmas vantagens e reajustes concedidos aos servidores em atividade.
Categorias relacionadas InstitucionalSemana do Conhecimento começa nesta quarta, 23, no campus de São Mateus
Vitrine das atividades desenvolvidas na Ufes, a Semana do Conhecimento 2026 tem início no campus de São Mateus nesta quarta-feira, dia 23 de setembro, com entrada gratuita e aberta à comunidade externa. O evento apresenta à sociedade capixaba os cursos de graduação da Universidade, seus projetos de pesquisa e extensão, e oferece atividades culturais e formativas. Os campi de Alegre e de Vitória recebem a programação em outubro.
A cerimônia oficial de abertura acontece no Auditório Central, no dia 23, a partir das 14 horas, com uma mesa-redonda sobre o tema Ciência Delas, reunindo as professoras Juliana Hipólito, do Instituto Nacional da Mata Atlântica (INMA); Letícya Negri, do Departamento de Ciências da Saúde; e Maristela Vicente, do Departamento de Ciências Naturais. O tema norteia as atividades do evento nos quatro campi da Universidade, bem como as programações da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), envolvendo diversas instituições de ensino e pesquisa brasileiras.
A programação segue no campus de São Mateus no dia 24 de setembro, a partir das 8 horas, com a Mostra de Profissões e a Jornada Integrada de Extensão e Cultura. Uma das atrações mais procuradas, a Mostra de Profissões recebe, todos os anos, milhares de estudantes de diversos municípios do Espírito Santo, que passam o dia conhecendo os cursos e a estrutura dos campi da Ufes. Cada curso organiza sua programação e o circuito de visitas nos dias da Mostra, que inclui visitas a laboratórios, salas de aulas, projetos e programas desenvolvidos nos cursos. Para participar dela, as escolas interessadas devem realizar um cadastro neste formulário, até o dia 23 de setembro.
Com o subtema Vozes, saberes e impactos, a Jornada Integrada de Extensão e Cultura também tem início às 8 horas, na Quadra Poliesportiva. Até às 17h30, estudantes e pesquisadores apresentam ações de extensão desenvolvidas na Universidade em diálogo com a comunidade, e oferecem oficinas presenciais no campus. As pessoas interessadas nas formações devem se inscrever na página da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura.
Pesquisa
Além da Mostra de Profissões e da Jornada Integrada de Extensão e Cultura, a Ufes apresenta seus projetos de pesquisa e inovação no dia 19 de novembro, na Quadra Poliesportiva, a partir das 8 horas, na Jornada de Iniciação Científica e Tecnológica.
A programação detalhada do campus de São Mateus está disponível na página oficial do evento.
Alegre e Vitória
Depois de passar por São Mateus, a Semana do Conhecimento movimenta os campi de Goiabeiras e Maruípe, de 5 a 9 de outubro. Já o campus de Alegre recebe o evento de 20 a 22 de outubro. Confira a programação completa no site da Semana do Conhecimento 2026.
*Matéria atualizada em 22/09/2026 às 10h30.
Categorias relacionadas InstitucionalProfessor da Unesp vai compartilhar experiências de internacionalização em palestra na Ufes
A Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PRPPG) promove no dia 24 de setembro a palestra Estratégias e Experiências de Internacionalização, com o professor Valber Pedrosa, do Instituto de Biociências de Botucatu da Universidade Estadual Paulista (IBB/Unesp).
No evento, o professor, que também é assessor da Pró-Reitoria de Pós-Graduação da Unesp, vai compartilhar sua experiência na gestão da internacionalização universitária, abordando temas como parcerias institucionais, formação com perspectiva global e cooperação científica internacional.
A palestra vai acontecer no auditório do Laboratório de Pesquisa e Desenvolvimento de Metodologias para Análise de Petróleos (LabPetro), no campus de Goiabeiras, em Vitória, das 9 às 12 horas.
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas neste link até o dia do evento.
Imagem: Magnific
Categorias relacionadas InternacionalEmpresa de Comunicação Social Júnior (Ecos Jr) da Ufes conquista prêmio em conferência mundial
A Empresa de Comunicação Social Júnior (Ecos Jr) da Ufes conquistou o prêmio mundial com um case de sucesso sobre Gestão de Time e Cultura concedido durante a Junior Enterprise World Conference (JEWC - Conferência Mundial de Empresas Juniores) que reuniu mais de quatro mil jovens em Belo Horizonte. O evento aconteceu simultaneamente ao Encontro Nacional das Empresas Juniores (ENEJ).
Durante os eventos, os congressistas participam de várias atividades com trilhas de conhecimento de diferentes frentes do mercado de trabalho e da gestão de projetos e negócios. Dentro da programação há ainda uma batalha de cases de sucesso mundial, em que uma empresa júnior pode submeter a um edital algum processo desenvolvido em sua organização nas categorias de modelo de negócios, projeto de impacto, e gestão de time e cultura.
A Ecos Jr foi representada pelo estudante de Jornalismo e presidente, Pablo Rocha, e pela estudante de Publicidade e Propaganda e diretora de Gestão de Pessoas, Beathris Nakao. Eles apresentaram o case A Jornada da Abelha Protagonista, carinhosamente abreviada para “Japa”, uma trilha de desenvolvimento que guia todos os processos de um membro da EJ desde sua entrada até ter aspirações a cargos de liderança.
A Ecos Jr foi a única empresa júnior de comunicação do Brasil a passar vitoriosa por todas as etapas e ter a oportunidade de apresentar seu processo interno.
Mais informações sobre a empresa estão disponíveis no site https://ecosjr.com/.
Categorias relacionadas EnsinoEvento na Ufes vai reunir profissionais e pesquisadores para debater o tema Crianças e Adolescentes no Mundo Digital
No dia 28 de setembro, pesquisadores e profissionais das áreas de psicologia e educação se reúnem na Ufes para participar do evento Crianças e Adolescentes no Mundo Digital: desafios contemporâneos e do V Simpósio de Desenvolvimento e Saúde da Criança e do Adolescente, que também abordará o tema. A programação é gratuita e acontecerá das 13 às 17 horas, no Auditório do IC-II, no campus da Ufes em Goiabeiras, Vitória.
As inscrições podem ser feitas gratuitamente por este link, observado o limite de ocupação do auditório. Haverá emissão de certificado de participação de quatro horas aos presentes.
O evento conjunto é realizado pelo Laboratório de Pesquisa em Psicologia Pediátrica (Lapepp), do Programa de Pós-Graduação em Psicologia (PPGP) da Ufes, e pelo Projeto EducaDigital, que integra o Programa de Extensão da Educação Superior na Pós-Graduação (Proext-PG). A conferência de abertura, às 14 horas, vai debater o tema Mídias digitais e desenvolvimento de crianças e adolescentes: contribuições da Psicologia. A palestrante será a professora emérita da Ufes Sônia Regina Enumo.
Às 15h30 terá início a mesa-redonda Projeto Educadigital: contribuições para a proteção de crianças e adolescentes no ambiente on-line, com o professor do PPGP/Ufes Elizeu Borloti, que falará sobre A violência digital: realidade atual e as estratégias de enfrentamento; o parceiro do Projeto EducaDigital Luiz Fernando Salgado, com o tema App Infantia: supervisão parental como estratégia de mediação, cuidado e proteção na infância digital; e a professora do PPGP/Ufes Fabiana Ramos, que ministrará a oficina Laços Digitais: intervenção em parentalidade voltada ao ambiente digital.
No encerramento, às 17 horas, haverá lançamento do livro Parentalidade no Transtorno do Espectro Autista (TEA): análises e intervenções (Analuz Editora), organizado pela professora Fabiana Ramos e pela doutoranda do PPGP/Ufes Mylena Lima; e da cartilha Laços Digitais, também produzida por pesquisadores da Psicologia da Ufes, com orientações aos pais e educadores sobre os riscos a que as crianças estão expostos no ambiente digital e como mediar e proteger as crianças nesse contexto.
Categorias relacionadas PesquisaPrimeira turma do curso de medicina em Alegre deve ingressar no segundo semestre de 2027
A portaria que autoriza a criação do curso de graduação em Medicina no Centro de Ciências Exatas, Naturais e da Saúde (CCENS) da Ufes, situado no município de Alegre, foi assinada nesta quinta-feira, 17, pelo ministro da Educação, Leonardo Barchini. Em solenidade realizada no auditório do Laboratório de Pesquisa e Desenvolvimento de Metodologias para Análise de Petróleos (LabPetro), no campus de Goiabeiras, em Vitória, foi anunciado um investimento inicial de R$ 20 milhões para a instalação do curso (construção de espaços e aquisição de equipamentos para laboratórios).
O reitor da Ufes, Eustáquio de Castro, lembrou que este será o segundo curso de Medicina criado na Universidade em menos de dois anos, referindo-se à graduação em Medicina no campus de São Mateus, cuja primeira turma ingressou neste segundo semestre de 2026. “A nossa expectativa é que, em 2027, nós já tenhamos turma funcionando também no campus de Alegre”, acrescentou o reitor.
De acordo com a portaria, serão oferecidas 60 vagas anuais para Medicina em Alegre. Num primeiro momento, o curso vai funcionar em dois imóveis cedidos para a Ufes, um pertencente à Prefeitura de Alegre e o outro ao INSS, no centro da cidade. A Universidade também está em tratativas para firmar parcerias com a rede hospitalar de Alegre e região para atender ao curso. A meta, no entanto, é a construção, em curto prazo, de um prédio específico para a Medicina e, “a médio e longo prazos, de um hospital universitário próprio", afirmou o reitor. O novo curso vai demandar também a realização de concursos públicos para a contratação de professores (previsão de 60 vagas) e de técnicos administrativos (30 vagas) ao longo dos próximos anos.
Médicos no interior
A diretora do CCENS, Taís Soares, destacou que a criação do curso em Alegre “traz uma perspectiva de superação de um problema histórico que é a fixação dos médicos nas cidades do interior”. Na sua avaliação, a interiorização do curso de Medicina também possibilitará a “formação de médicos com conhecimento regional”, com a tendência de fixação de residência em Alegre e cidades do entorno.
Além do ministro, do reitor e da diretora do CCENS, a solenidade contou com a presença de diversas autoridades, como a vice-reitora da Ufes, Sonia Lopes; o secretário substituto de Educação Superior do Ministério da Educação, Juscelino Silva; a reitora do Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes), Adriana Barcellos; o prefeito de Alegre, Nemrod Emerick; o prefeito de Jerônimo Monteiro, José Valério Binoti Netto; e a representante estudantil da Ufes Michele Gimenis.
Laboratórios e carro autônomo
Em sua visita à Ufes, o ministro visitou os laboratórios de Espectrometria de Massas, de Cromatografia e de Destilação, que funcionam no LabPetro. Ele também conheceu a tecnologia do ônibus autônomo, do cachorro robótico Argos e do robô humanoide Prometheus, iniciativas avançadas de inteligência artificial desenvolvidas pelo Laboratório de Computação de Alto Desempenho (LCAD) do Departamento de Informática da Ufes.
Categorias relacionadas InstitucionalUfes comunica com pesar o falecimento do tradutor e intérprete de Libras Joaquim Cesar Cunha dos Santos
A Administração Central da Ufes comunica com pesar o falecimento do tradutor e intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras) Joaquim Cesar Cunha dos Santos, ocorrido nesta quinta-feira, 17.
Cesar Cunha, como era conhecido, ingressou na Ufes em 2013 como tradutor e intérprete de Libras. Também atuou como professor substituto e, entre os anos de 2014 a 2017, coordenou o Núcleo de Acessibilidade da Ufes (Naufes). Foi ainda diretor da Divisão de Políticas Afirmativas e participou de diversas comissões da Ufes, além de desenvolver atividades junto a outros servidores do Setor de Tradução. No último dia 14, alcançou o título de Doutor em Linguística.
Em nome de toda a comunidade acadêmica, a Administração Central da Ufes manifesta sua solidariedade aos familiares e amigos do servidor.
Categorias relacionadas Institucional
Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência: pesquisa analisa como políticas de inclusão redefiniram o papel do professor
Garantir que uma pessoa com deficiência chegue à escola ou à universidade é apenas uma parte do caminho. Para que ela possa aprender, participar das atividades e permanecer nesses espaços, a inclusão precisa estar presente no cotidiano, das condições de acessibilidade às práticas adotadas em sala de aula. Nesse processo, qual é o papel do professor?
A questão ganha destaque neste mês, em que é celebrado, no próximo dia 21, o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência. Na Ufes, 766 estudantes com deficiência, incluindo matriculados em cursos de graduação e pós-graduação e na educação a distância (EaD), integram atualmente a comunidade universitária, segundo dados da Secretaria de Inclusão Acadêmica e Acessibilidade (Siac). O número corresponde a cerca de 3% dos aproximadamente 26 mil estudantes da Universidade.
Desse total, 553 estão matriculados no campus de Goiabeiras, 79 em Alegre, 65 em Maruípe, 38 em São Mateus e 31 na EaD. A presença de estudantes com deficiência em todos os campi da Ufes e também na educação a distância traz para o cotidiano da Universidade questões relacionadas não apenas ao ingresso, mas também à participação e à permanência nos diferentes espaços e modalidades de ensino.
Uma dimensão dessa discussão (o papel atribuído às professoras e aos professores) foi investigada por Isabela Costa durante seu mestrado no Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS/Ufes). A pesquisadora, que integra o Banco de Fontes Negras da Ufes, analisou como as políticas educacionais brasileiras redefiniram a atuação docente na inclusão escolar ao longo de 34 anos.
Centralidade e responsabilização
Intitulada O papel do professor na inclusão da pessoa com deficiência: uma análise crítica dos discursos normativo-educacionais no contexto brasileiro (1988–2022), a dissertação analisou leis, diretrizes, decretos, pareceres e outros documentos oficiais, da promulgação da Constituição Federal de 1988 até 2022. O objetivo foi compreender como essas normativas definiram o papel dos professores no processo de inclusão.
A análise identificou uma crescente centralidade do professor nas políticas de inclusão. Segundo Costa, esse movimento acompanha mudanças mais amplas nas políticas educacionais, que passaram a associar o trabalho docente a resultados, metas e desempenho e a enfatizar competências e habilidades específicas na formação docente. Na educação inclusiva, porém, a pesquisadora observa que a efetivação da política passa a depender, em grande medida, da atuação individual do professor.
De acordo com Costa, essa centralidade também amplia a responsabilização do docente: questões estruturais, como falta de recursos, condições de trabalho e apoio institucional, podem ser deslocadas para o professor, como se o sucesso ou o fracasso da inclusão dependesse apenas de sua atuação. Ela avalia que as sucessivas demandas de adaptação também podem reduzir a autonomia pedagógica e aproximar a docência de uma lógica de gestão e desempenho.
Para o professor do Departamento de Ciências Sociais Igor Suzano, que orientou Costa no mestrado, o trabalho permite ampliar a discussão para além da existência ou não da inclusão e refletir sobre o tipo de inclusão construído no sistema educacional. Segundo ele, considerar o capacitismo em conjunto com as condições socioeconômicas e as relações de poder permite compreender a inclusão educacional das pessoas com deficiência em um contexto mais amplo e estender essa reflexão a outros grupos, respeitando suas especificidades.
Da política ao cotidiano escolar
Agora no doutorado, também no PPGCS/Ufes, Isabela Costa amplia a investigação para a experiência concreta dos professores. Ela busca compreender como eles interpretam, incorporam, ressignificam ou resistem às políticas de inclusão diante das condições encontradas nas escolas. Também pretende investigar como as exigências de responsabilização, desempenho e adaptação repercutem sobre os docentes, em um contexto que caracteriza como de crescente precarização do trabalho.
Ao colocar em diálogo o papel previsto nas normativas e aquilo que os professores efetivamente conseguem realizar no cotidiano escolar, a pesquisadora espera compreender melhor os desafios da inclusão e contribuir para políticas públicas mais conectadas às condições concretas das escolas e da docência.
Fotos: Magnific
Categorias relacionadas EnsinoProduções brasileiras de ficção e documentário estreiam na programação do Cine Metrópolis
Três filmes brasileiros renovam a programação do Cine Metrópolis a partir desta quinta-feira, 17. Dirigido por Guto Parente, o premiado Morte e Vida Madalena reflete sobre os bastidores do cinema independente. Já Furnas Fundas: Uma Fábula Gótica Brasileira dialoga com as histórias de vampiros para construir um panorama atual do Brasil. Além das ficções, o Metrópolis estreia o documentário Não Existe Almoço Grátis, que retrata o cotidiano de cozinheiras do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST).
Vencedor do Prêmio da Crítica no Festival de Brasília de 2025, Morte e Vida Madalena acompanha uma produtora de cinema que acaba de perder o pai, um renomado cineasta. Prestes a dar à luz, Madalena decide produzir o filme inacabado de seu pai, escalando como diretor o pai de seu filho, Davi. Nas vésperas do início das filmagens, porém, Davi desaparece, e Madalena precisará confiar em outro diretor, que parece tornar a produção ainda mais caótica. Mesmo assim, a produtora tenta finalizar a obra antes de seu filho nascer.
No campo da sátira, Furnas Fundas: Uma Fábula Gótica Brasileira, dirigido por Beto Marquez, retrata uma eleição em um pequeno e fictício município brasileiro. A disputa divide vizinhos, famílias e antigos aliados, despertando uma força sombria adormecida há várias gerações. Misturando comédia, horror, realismo e fantasia, o longa inspirado em uma história original do escritor Reinaldo Moraes constrói uma narrativa que reflete o cenário atual da política brasileira.
Terceira estreia da semana, o documentário Não Existe Almoço Grátis mostra o funcionamento das Cozinhas Solidárias do MTST, na favela de Sol Nascente, no Distrito Federal. Em meio a ameaças de golpe, em janeiro de 2022, o filme acompanha as cozinheiras Socorro, Jurailde e Bizza, responsáveis pela preparação de refeições para centenas de pessoas que chegam a Brasília para acompanhar a cerimônia de posse do presidente Lula. Dirigido por Marcos Nepomuceno e Pedro Charbel, o documentário foi eleito Melhor Filme pelo júri popular e recebeu a Menção Honrosa do júri oficial no 56º Festival de Brasília.
Projeto de extensão
Na próxima quarta-feira, 23, o Cine Metrópolis exibe uma sessão do filme Alice nas Cidades, de Wim Wenders, dentro da programação do projeto de extensão Uma História do Cinema. O longa integra o novo módulo da iniciativa, Imagens da Infância, que neste semestre se dedica às histórias que têm crianças como protagonistas.
Lançado em 1974, o filme parte da história de um jornalista alemão com um bloqueio criativo. Comprando uma passagem para voltar para a Alemanha, ele conhece uma mulher alemã e sua filha de nove anos, Alice, e acaba formando uma amizade. Quando a mãe de Alice a deixa sob sua responsabilidade, os dois embarcam em uma jornada por diversas cidades da Europa em busca da avó da menina.
A sessão acontecerá a partir das 13 horas, com entrada gratuita e aberta ao público geral. Além da exibição do filme, haverá uma apresentação prévia da obra e, após a sessão, um debate com a plateia, mediado pelo professor do Departamento de Comunicação Social da Ufes Fabio Camarneiro. Haverá emissão de certificados para as pessoas interessadas.
Confira as sinopses dos filmes em cartaz no Cine Metrópolis de 17 a 23 de setembro:
Morte e Vida Madalena, de Guto Parente (Brasil/Portugal, 2026)
Madalena é uma produtora de cinema, grávida de oito meses, prestes a rodar um filme de ficção científica B escrito por seu pai recém falecido. Quando Davi, o diretor do filme e seu ex-marido, desaparece misteriosamente do set, Madalena precisa fazer das tripas coração para conseguir terminar o filme antes do bebê nascer.
Furnas Fundas: Uma Fábula Gótica Brasileira, de Beto Marquez (Brasil, 2026)
Na pequena cidade de Furnas Fundas, uma eleição feroz divide famílias, amigos e vizinhos. Enquanto todos disputam o futuro da cidade, ninguém percebe que um mal muito mais antigo está prestes a despertar. À margem de tudo está Bartira e sua improvável gangue de deslocados, figuras que a cidade prefere esquecer. Mas quando a violência da campanha eleitoral desperta uma força sombria adormecida há gerações, serão justamente os excluídos que terão de impedir que Furnas Fundas se transforme em um banho de sangue.
Não Existe Almoço Grátis, de Pedro Charbel e Marcos Nepomuceno (Brasil, 2026)
Em Sol Nascente, maior favela do Brasil, Socorro, Jurailde e Bizza lideram uma das Cozinhas Solidárias do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), distribuindo almoços de graça diariamente. Para a posse do presidente Lula, estão encarregadas de cozinhar para centenas de pessoas que chegarão a Brasília para assistir à cerimônia no dia 1 de janeiro. Em meio a ameaças de golpe, o documentário acompanha o evento e a organização coletiva, revelando que o futuro se cozinha hoje e a muitas mãos.
Veja os horários das sessões na página do Cine Metrópolis.
Artistas, professores e estudantes se reúnem na abertura da Semana de Arte. Evento segue até domingo, 20, com extensa programação
Vinte e dois anos após a última edição, a Semana de Arte da Ufes retomou suas atividades com oficinas, visitas mediadas, debate e apresentações musicais. Projeto de extensão do Centro de Artes (CAr) da Universidade, o evento teve sua abertura oficial nesta quarta-feira, 16, contando com a presença de artistas, professores, estudantes e autoridades públicas no Parque Cultural Casa do Governador, em Vila Velha.
Idealizada para ser um elo com a comunidade local, a Semana de Arte teve sua primeira edição no município de São Mateus, em 1974, como lembrou o reitor da Ufes, Eustáquio de Castro, em sua fala de boas-vindas na cerimônia de abertura. Ele destacou o Acordo de Cooperação para a Revitalização do Sítio Histórico de São Mateus, iniciativa do Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES) que conta com o apoio da Ufes e prevê a preservação do patrimônio cultural do município. “Não é só um resgate da estrutura física do porto, mas uma intenção de valorizar a comunidade com a sua cultura”, disse Castro.
Graduada na Ufes, a secretária de Estado da Cultura, Carolina Ruas, afirmou que a Semana é um espaço de encontro, de aprendizagem, de criação. "É um lugar onde a gente consegue fazer contato. As parcerias são fundamentais para a eficiência e a eficácia das políticas de cultura”, disse.
Diretora do CAr, a professora Larissa Zanin lembrou que a retomada das atividades da Semana de Arte era um sonho antigo no Centro. “Sonhávamos com isso há quase dez anos. Neste ano embarcamos nessa ideia e o Parque a abraçou. Agora que retomamos o projeto, podemos pensar nele de forma anual ou bienal”, disse Zanin.
A coordenadora artístico-cultural do Parque, Mirella Schena, afirmou que a parceria entre o espaço e a Universidade pode se estender para outros projetos.
Origens
A artista Rosana Paste e a diretora do Centro de Artes, Larissa Zanin, resgataram a história da SemanaApós a cerimônia de abertura, a artista e professora aposentada da Ufes Rosana Paste compôs uma mesa com a diretora do CAr, Larissa Zanin, na qual foram resgatas histórias sobre o projeto. Paste lembrou da primeira edição do evento, criado para fomentar a preservação do Porto de São Mateus.
“Naquele momento, o Sebastião de Aguiar, historiador e escritor de São Mateus, lutava para que os gestores olhassem para o Porto, que estava com o casario muito debilitado, para que fossem refeitos pelos menos os telhados. Então, o Centro de Artes se junta a ele para chamar atenção para esse espaço”, afirmou a artista. O cartaz de divulgação de 2026, lembrou ela, foi feito com base em uma xilogravura do artista e professor aposentado da Ufes José Carlos Vilar, composta na Semana de Arte em São Mateus. “Ele viu a moça sentada, fez o croqui ali mesmo e foi para a sala de xilogravura”, lembrou.
Paste, coordenadora da Semana na sua última edição, em 2004, ressaltou o caráter colaborativo do projeto, sempre pensado em parceria com as comunidades locais. “Nós montamos uma grade de oficinas e ouvimos o que eles gostariam de receber. O projeto nunca foi impositivo, ele sempre soube ouvir o que o município desejava”, disse.
Programação
Com mais de 1.200 inscritos, a Semana de Arte da Ufes segue com atividades gratuitas até este domingo, 20, no Parque Cultural Casa do Governador. A programação reúne oficinas variadas, como realização em curta-metragem, práticas curatoriais, reprodução escultórica, gravura, entre outras ofertas.
Outro destaque é a realização do Cantares, reconhecido como o maior encontro de coros do Espírito Santo. Durante o evento, a coordenação da Semana também prestará uma homenagem ao professor do Departamento de Artes Visuais e artista Marcos Martins, falecido em setembro de 2025.
As pessoas interessadas devem retirar os ingressos e realizar as inscrições nas oficinas no site do evento, onde também está disponível a programação completa.
Fotos: Leandro Reis
Categorias relacionadas CulturaUfes apresenta oportunidades de parceria em conferência da Associação Europeia para Educação Internacional
Representantes da Ufes participaram entre os dias 8 e 11 de setembro da conferência anual da Associação Europeia para Educação Internacional (EAIE) 2026, realizada em Glasgow, na Escócia. O evento contou com a presença de mais de 7 mil profissionais da educação internacional, de mais de cem países.
A Ufes fez parte do estande Estudar e Pesquisar no Brasil, apoiado pela Associação Brasileira de Educação Internacional (Faubai), com outras instituições federais, estaduais e privadas. Neste espaço, a Universidade apresentou oportunidades de novas parcerias que podem viabilizar, por exemplo, mobilidade de estudantes, professores e técnicos, além de pesquisas conjuntas.
Participaram do evento representando a Ufes o secretário de Relações Internacionais, Felipe Guimarães, e a diretora de Relações Interinstitucionais, Ana Beatriz Fonseca.
Reconhecida como principal evento de educação internacional na Europa, a conferência oferece um espaço dedicado para promover a interação entre parceiros, fortalecer a colaboração em educação e pesquisa, trocar experiências e obter informações práticas sobre programas atuais e desenvolvimentos de financiamento.
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