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Atualizado: 3 minutos 1 segundo atrás

Vagas abertas para mestrado e doutorado em cinco programas de pós-graduação. Confira!

qui, 21/03/2024 - 19:44

Cinco programas de pós-graduação estão realizando seus processos seletivos para cursos de mestrado e doutorado, totalizando 120 vagas. No campus de Goiabeiras, as oportunidades são para os Programas de Pós-Graduação em Artes, em Letras, em Comunicação e Territorialidades e em Psicologia Institucional. Já no campus de Maruípe, as inscrições são para o Programa de Pós-Graduação em Doenças Infecciosas.

Confira mais informações abaixo e nos editais publicados no final da matéria.

 

Artes (doutorado)

Prosseguem, até 27 de março, as inscrições para o curso de doutorado do  Programa de Pós-Graduação em Artes (PPGA). Serão ofertadas, ao todo, 11 vagas. Poderão participar da seleção estudantes concluintes e egressos de cursos de mestrado em Artes. Candidatos portadores de diploma de mestrado em outras áreas terão o currículo avaliado pelo Colegiado Acadêmico quanto à adequação ou aproximações intermídias. Os interessados deverão enviar a documentação exigida pelo e-mail editais.ppga@gmail .

Contato: editais.ppga [at] gmail.com

 

Letras (mestrado e doutorado)

O Programa de Pós-Graduação em Letras (PPGL) recebe, até 1º de abril, as inscrições para seleções de mestrado (12 vagas) e de doutorado (10 vagas).  Estudantes concluintes e e egressos de cursos de graduação deverão enviar a documentação exigida pelo e-mail selecao.ppglufes [at] gmail.com. Do total de vagas em cada seleção, 25% serão reservadas para candidatos pretos, pardos ou indígenas (PPI).

Contato: sip.ufes [at] gmail.com

 

Doenças Infecciosas (mestrado e doutorado - candidatos brasileiros e estrangeiros)

O Programa de Pós-Graduação em Doenças Infecciosas (PPGDI) está com inscrições abertas para seleções dos cursos de mestrado e de doutorado. Os interessados poderão se candidatar até o dia 3 de abril, pelo e-mail processoseletivosppgdi [at] gmail.com. Serão ofertadas 12 vagas para o curso de mestrado. Já para o curso de doutorado, a oferta é de oito vagas para candidatos brasileiros e de três vagas para estrangeiros.

Em cada processo seletivo, haverá reserva de vagas para candidatos negros, indígenas, quilombolas, deficientes, refugiados, travestis, transexuais e transgêneros.

Podem participar da seleção para o curso de mestrado profissionais com graduação nas áreas de Ciências da Saúde e Biológicas. Já para o curso de doutorado, é necessário ter também título de mestre.

Contatos:  (27) 3335-7504 e ppgdi.ufes [at] gmail.com

 

Psicologia Institucional (mestrado e doutorado)

O Programa de Pós-Graduação em Psicologia Institucional (PPGPSI) abre,  no período de 22 de março a 21 de abril, inscrições para os processos seletivos de seus cursos de mestrado e de doutorado. Para o mestrado, serão ofertadas 27 vagas para concluintes e egressos de cursos de psicologia ou de áreas afins. Já para o doutorado, com oferta de 17 vagas, é necessário também ter concluído ou estar próximo da conclusão de curso de mestrado nessas áreas.

Do total de vagas em cada seleção haverá reserva de 25% para pessoas pretas, pardas, quilombolas ou indígenas; 10% para pessoas com deficiência; 10% das vagas para pessoas transexuais e travestis; e 5% para pessoas em condição de refúgio político. Os interessados deverão enviar a documentação requerida pelo e-mail  ppgpsiufes.processoseletivo [at] gmail.com

Contato: psicologiainstitucional.ufes [at] gmail.br

 

Comunicação e Territorialidades (mestrado)

Estudantes concluintes e egressos de cursos de graduação em qualquer área poderão se inscrever, a partir de 28 de março, para o processo seletivo do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Territorialidades (PosCom). Das 20 vagas ofertadas para o curso de mestrado, 35% serão reservadas para candidatos pretos, pardos e indígenas (PPI); 5% para candidatos travestis, transexuais ou transgêneros (pessoas trans); 5% para candidatos com deficiência (PCD); e 5% para candidatos em condição de refúgio político. As inscrições serão recebidas até 18 de abril, pelo e-mail selecaoposcomufes [at] gmail.com.

Contato: poscomunicacao.ufes [at] gmail.com e selecaoposcomufes [at] gmail.com

 

Os pré-requisitos, documentos necessários para a inscrição, etapas de seleção e outras informações podem ser obtidas nos editais anexados abaixo e nos sites dos respectivos programas de pós-graduação, responsáveis pela realização dos processos seletivos e pela divulgação dos resultados.

 

Texto: Nábila Corrêa
Edição: Thereza Marinho

 

Categoria: EditalMancheteAnexo:  edital_programa_de_pos-graduacao_em_artes_doutorado.pdf edital_programa_de_pos-graduacao_em_letras_mestrado.pdf edital_programa_de_pos-graduacao_em_letras_doutorado.pdf edital_programa_de_pos-graduacao_em_doencas_infecciosas_mestrado.pdf edital_programa_de_pos-graduacao_em_doencas_infecciosas_doutorado_-_aluno_brasileiro.pdf edital_programa_de_pos-graduacao_em_doencas_infecciosas_doutorado_-_aluno_estrangeiro.pdf edital_programa_de_pos-graduacao_em_psicologia_institucional_mestrado.pdf edital_programa_de_pos-graduacao_em_psicologia_institucional_doutorado.pdf edital_programa_de_pos-graduacao_em_comunicacao_e_territorialidades_mestrado_1.pdf

Professor da Universidade de Columbia realiza palestra na Ufes nesta segunda, 25

qui, 21/03/2024 - 18:52

O Centro de Educação promove, na segunda-feira, 25, uma palestra sobre Agenciamentos de Cultura Pop e Currículo, a ser proferida pelo professor e pesquisador argentino Daniel Friedrich, da Universidade de Columbia, em Nova York. O evento acontece no auditório do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE), a partir das 9h30, e marca o início do semestre letivo 2024/1 no Centro.

Segundo a professora Sandra Kretli, coordenadora adjunta do PPGE, a palestra é dirigida a “alunos ingressantes e veteranos, professores da educação básica e do ensino superior, e a todos que se interessam pelo tema ‘culturas e currículos’”. A apresentação será feita em espanhol, com slides em português. As inscrições estão abertas e as pessoas interessadas podem se inscrever por meio deste formulário.

Autor de estudos sobre processos de ensino e aprendizagem e sobre a relação entre produção do conhecimento e cultura pop, Friedrich aprofundará a discussão sobre artefatos culturais que atravessam os cotidianos escolares e se constituem nos currículos vividos e praticados nas escolas. “Como as figurinhas do desenho ‘Pokémon’ no ensino da matemática”, exemplifica a professora.

Trajetória

Professor-associado do Teachers College, da Universidade de Columbia, desde 2010, Daniel Friedrich trabalhou em escolas e universidades da Argentina antes de ingressar no Departamento de Currículo e Ensino da instituição norte-americana. Ele é autor de dezenas de publicações no seu campo de estudo, entre livros, artigos e conferências.

 

Texto: Leandro Reis
Edição: Thereza Marinho

Categoria: DestaqueEvento

Pesquisadores lançam repositório com produção poética do período da ditadura militar

qui, 21/03/2024 - 17:28

Com o objetivo de refletir sobre o lugar da poesia na construção da memória cultural brasileira em torno da ditadura militar no Brasil, pesquisadores da Ufes, do Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes) e da Universidade Federal de Goiás (UFG) se reuniram para realizar um levantamento de poemas sobre o tema escritos durante a vigência oficial do regime, entre 1964 e 1985. Intitulado Memorial poético dos anos de chumbo, o projeto já disponibilizou os primeiros resultados da pesquisa no site mpac.ufes.br.

Com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Fundação de Apoio à Pesquisa do Espírito Santo (Fapes), o projeto é coordenado pelos professores Marcelo Ferraz, da UFG; Nelson Martinelli Filho, do Ifes; e Wilberth Salgueiro, da Ufes.

A iniciativa surgiu a partir do interesse compartilhado pelos professores, que já trabalham com temáticas como poesia e ditadura, violência, questões da sociedade e como a literatura lida com os problemas sociais.

O Memorial Poético dos Anos de Chumbo é um projeto em rede, de caráter interdisciplinar, que integra pesquisadores de diversas universidades brasileiras. O projeto conta com outros 13 professores de todas as regiões do Brasil. Participam ainda doutorandos, pós-doutorandos e mestrandos, que também estão vinculados oficialmente ao projeto, além de quatro bolsistas graduados na área de Letras.

Com vigência até o início de 2025, o memorial está aberto à colaboração de outros professores, estudantes e da sociedade em geral.

O projeto

De acordo com a coordenação do projeto, a produção poética durante a vigência da ditadura militar no Brasil é particularmente carente de estudos críticos que explorem a fundo seus vínculos com a vida social, a história, as políticas da memória e os direitos humanos. Essa produção abarca um repertório poético heterogêneo, amplo e, em vários casos, de difícil acesso, dadas as limitações do mercado editorial à época, o desinteresse pela publicação de poesia e o impacto da censura, que, quando não proibia ou recolhia obras publicadas, despertava o medo em autores e editores em divulgar obras de contestação sob o risco de sofrerem futuros prejuízos e perseguição.

Na pesquisa são consideradas todas as tendências poéticas que circulavam à época, de autores consagrados que escreveram durante e sobre o período, como Carlos Drummond de Andrade e Vinícius de Moraes, a poetas populares, anônimos ou ignorados nos debates literários posteriores. O repertório abarca poemas experimentais, tradicionais, pops, populares, marginais, engajados, confessionais, de propaganda política.

O levantamento priorizou três eixos temáticos que nortearam a seleção: Repressão - poemas que abordam a tortura, o exílio, a prisão, a censura, o “desaparecimento” e a vida em clandestinidade; Resistência - poemas que mencionam passeatas, atos públicos, movimentos políticos nas cidades e no campo, convocações à luta, reflexões sobre o caráter mobilizador da poesia e homenagens a militantes; e Cotidiano - poemas que revelam os sentimentos da época, sátiras ao discurso ufanista e ao projeto tecnocrata do regime, crise e euforia econômica, e a “banalidade do mal”.

Banco de dados

O site do Memorial Poético já está disponível para acesso e atualmente conta com cerca de 1.200 poemas. Os textos publicados foram transcritos, revisados e referenciados a partir de suas características básicas e o acervo final constitui um banco de dados público e confiável, à disposição de leitores, pesquisadores, professores e estudantes que se interessem pelo assunto. O levantamento de obras seguirá ativo até 2025, ampliando continuamente o acervo.

O projeto prevê também a publicação de uma antologia, com previsão de lançamento para novembro deste ano.

 

Com informações do Ifes
Edição: Thereza Marinho

 

Categoria: Manchete

Inscrições abertas para o curso semipresencial Transformação Digital em Gestão Documental

qui, 21/03/2024 - 16:42

A Superintendência de Educação a Distância (Sead) recebe, até 31 de março,  inscrições para o processo seletivo do curso de especialização Transformação Digital em Gestão Documental, na modalidade semipresencial. Serão ofertadas, ao todo, 200 vagas, distribuídas entre os polos municipais de apoio presencial em Baixo Guandu, Domingos Martins, Vargem Alta, Viana e Vila Velha, com 40 vagas cada um.

O curso terá duração de 18 meses, com carga horária de 375 horas. Os candidatos interessados deverão se inscrever e encaminhar a documentação exigida por meio de formulário on-line.  

A especialização destina-se a egressos de qualquer curso de graduação. O candidato deve ter residência no município onde se localiza o polo ao qual concorrerá ou em cidades capixabas próximas a essa localidade, entre outros requisitos.

Além da carga horária a distância, desenvolvida em Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), o curso também prevê encontros virtuais síncronos realizados por meio de webconferências e encontros presenciais nos polos  de apoio escolhidos, previstos no cronograma de cada disciplina.

Mais informações podem ser obtidas no edital anexado abaixo, na página da seleção e na página do curso.

Dúvidas sobre o processo seletivo ou sobre o edital devem ser enviadas pelo e-mail informacao.edital.sead [at] ufes.br.

 

Texto: Nábila Corrêa
Edição: Thereza Marinho

Categoria: DestaqueEditalAnexo:  edital_sead_curso_de_especializacao_em_transformacao_digital_em_gestao_documental.pdf

Estudante da Ufes ganha destaque nacional com artigo sobre comunicação e antirracismo na moda

qui, 21/03/2024 - 16:26

O trabalho de conclusão de curso do estudante de Publicidade da Ufes Yuri Barreto (foto) foi um dos selecionados para a publicação do Ebook Fashion Revolution Brasil, edição 2023. Com uma abordagem sobre comunicação e antirracismo no ambiente da moda nacional, o estudo faz uma análise a partir do conteúdo de uma marca nacional. O Fórum Fashion Revolution Brasil é uma plataforma criada para fomentar a pesquisa e o debate sobre desafios e soluções sustentáveis dentro do sistema da moda, estimulando que a indústria da moda seja limpa, segura, justa, transparente, diversa e responsável. 

Intitulado Comunicação, Moda e Afrofuturismo, o artigo tem como objetivo explorar a maneira como a moda pode exercer a função de meio de comunicação, sendo suporte para discussões sociais. O estudo recebeu ainda destaque na Intercom - Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação, sendo publicado nos anais e apresentado na etapa presencial do Intercom Júnior - espaço acadêmico criado para acolher trabalhos de estudantes de graduação ou recém-graduados em Comunicação -, realizado durante o Intercom Nacional de 2023, em Belo Horizonte. 

Segundo Yuri Barreto, a abordagem partiu da relação entre moda e comunicação, observando que a vestimenta tem o poder de comunicar identidade e significados dentro de uma cultura. Ele aponta ainda que ter essas discussões faz com que outras pessoas, principalmente pessoas negras, consigam se ver como potências de produção de moda e ciência.

“Após meu primeiro contato com o desfile e o fashion film da Dendezeiro, o afrofuturismo se encaixou na discussão por ser uma característica forte da ‘forma de fazer moda’ da marca. Além disso, reconhece a potência criativa de criadores negros que, durante muito tempo, não acessaram espaços de poder como o SPFW [São Paulo Fashion Week], evento de maior relevância dentro do mercado hegemônico de moda do país”, declara.   
 

Texto: Ghenis Silva (bolsista em projeto de Comunicação)
Foto: Arquivo pessoal
Edição: Thereza Marinho

 

Categoria: Manchete

Eustáquio de Castro é nomeado reitor da Ufes

qua, 20/03/2024 - 11:14

O professor do Departamento de Química e vice-diretor do Centro de Ciências Exatas (CCE), Eustáquio Vinicius Ribeiro de Castro, foi nomeado reitor da Ufes para o quadriênio 2024-2028. A nomeação, feita pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, foi publicada nesta quarta-feira, 20, no Diário Oficial da União, e o mandato do novo reitor tem início no dia 24 de março.

A nomeação da vice-reitora eleita, a professora do Departamento de Teorias do Ensino e Práticas Educacionais Sonia Lopes, é realizada pelo reitor, após o início do seu mandato.

Com a nomeação do professor Eustáquio de Castro, a Presidência da República respeitou o processo de escolha realizado pelo Colégio Eleitoral da Ufes, composto pelos três conselhos superiores, no dia 11 de dezembro de 2023. Na ocasião, por votação secreta, os membros do Colégio escolheram os nomes para compor a lista tríplice, a ser encaminhada ao Ministério da Educação, com os nomes dos professores indicados aos cargos de reitor/reitora e vice-reitor/vice-reitora da Universidade para os próximos quatro anos. O professor Eustáquio de Castro recebeu 53 dos 60 votos possíveis para o cargo de reitor, ao passo que a professora Sonia Lopes, candidata a vice-reitora na mesma chapa, obteve 51 votos, sendo os mais votados para ocuparem os cargos pleiteados.

A maioria de votos obtida por Eustáquio de Castro e Sonia Lopes confirmou o resultado da primeira etapa do processo de definição dos ocupantes dos cargos de reitor e vice-reitor, que foi a pesquisa eleitoral feita na comunidade universitária, no dia 8 de novembro, na qual a chapa formada pelos dois professores recebeu 53,9% dos votos válidos.

Perfil

Eustáquio de Castro é pós-doutor em Química pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), e professor associado do Departamento de Química da Ufes desde 1992. Em maio de 2021, assumiu o cargo de vice-diretor do Centro de Ciências Exatas (CCE), e desde 2012 é coordenador do Laboratório de Pesquisa e Desenvolvimento de Metodologias para Análise de Petróleos (Labpetro), que tem como objetivo realizar pesquisas científicas e tecnológicas, além de serviços nas áreas de petróleo, gás e biocombustíveis.

Em sua trajetória na Universidade, o reitor nomeado já exerceu os cargos de diretor do CCE durante quatro anos, e de pró-reitor de Administração na gestão do ex-reitor Reinaldo Centoducatte.

Texto: Thereza Marinho
Foto: Ana Oggioni

 

Categoria: Manchete

PRPPG disponibiliza ferramenta que detecta plágio em trabalhos acadêmicos

qua, 20/03/2024 - 11:13

A Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PRPPG) está disponibilizando aos professores e pesquisadores da Ufes o acesso à ferramenta de verificação de similaridade de textos Turnitin Similarity, desenvolvido pela empresa Turnitin. Para que os usuários saibam como interpretar os relatórios de similaridade produzidos pela ferramenta e melhor utilizá-los, será realizado um treinamento on-line no dia 27 de março, das 10h às 11h30, por meio da plataforma Zoom.

Os interessados em participar devem acessar a plataforma por meio deste link, utilizando a senha 050497. Como a sala de treinamento possui um limite de acessos, assim que o limite for atingido será disponibilizado um link alternativo para assistir à transmissão ao vivo pelo YouTube. Esse link também será enviado para aqueles que não conseguirem acessar a sala em tempo real.

Plágio em potencial

O Turnitin Similarity é uma ferramenta que ajuda professores e pesquisadores a identificarem plágio em potencial, por meio da comparação do trabalho – seja um artigo, monografia, dissertação ou tese – com uma base de dados que possui 99,3 bilhões de páginas da internet atuais e arquivadas, 1,8 bilhão de trabalhos de estudantes e 89,4 milhões de publicações acadêmicas. O programa gera um relatório que aponta o percentual de similaridade de determinado texto em relação a essa base de dados, além de oferecer recursos para promover a compreensão da importância do trabalho original.

“É mais um importante serviço de apoio à pesquisa que a PRPPG disponibiliza à comunidade científica no que se refere à integridade da pesquisa. O Turnitin Similarity é uma das ferramentas mais poderosas no mundo, atualmente, para identificação de plágio em atividades de pesquisa. Com a disponibilização desta nova ferramenta, esperamos a melhoria da qualidade dos trabalhos científicos produzidos na Ufes, em seus diferentes níveis, colaborando cada vez mais com a política de integridade da pesquisa na Universidade”, afirma o pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Valdemar Lacerda Jr.

Ele explica que, após o treinamento, cada usuário (docente) será cadastrado na plataforma e receberá um e-mail da Turnitin para ativar sua conta e cadastrar sua senha. Após a ativação, basta fazer login na plataforma para acessar a ferramenta.

 

Com informações da PRPPG
Imagem: Freepik
Edição: Thereza Marinho

 

Categoria: Manchete

Estudantes dos cursos de Artes da Ufes ocupam Gaeu com residência coletiva

qua, 20/03/2024 - 11:13

Um projeto pioneiro ocupa a Galeria Espaço Universitário (Gaeu), localizada no campus de Goiabeiras, a partir desta quinta-feira, 21. Trata-se da residência artística Inquietações Conjuntas, composta por 12 artistas visuais, estudantes dos cursos de Artes da Ufes, que realizarão uma imersão no acervo da galeria nos próximos dois meses, pesquisando diferentes técnicas relacionadas ao armazenamento de obras e às suas próprias poéticas.

Para marcar o início do projeto, os artistas conversarão com o público nesta quinta, a partir das 15 horas, na Gaeu. Participam da residência Ana Follador, Guilherme Brasil, Isabela Barcelos, Izis Falqueto, Lara Carvalho, Lorena Zingre, Larissa Morello, Matheusa Moreira, Maitée Agrisi, Valentim Faria, Vitória Teixeira e Yasmin Cerqueira.

Para o secretário de Cultura da Ufes, Rogério Borges, o trabalho de finalização do inventário e atualização de informações técnicas das obras do acervo da Gaeu, coordenada pelo museólogo Pedro Ibsen, foi fundamental para a consolidação da residência.

“Agora temos condições de acolher e atender com qualidade a projetos de pesquisadores e estudantes da Universidade, além da comunidade artística externa”, afirma. Segundo Borges, Inquietações Conjuntas abre espaço para propostas de ocupação semelhantes no futuro. “O projeto se torna a ponta principal dessa abertura do acesso e do diálogo da Gaeu com os cursos de Artes. Nossa intenção é abrir agendamento para outros grupos e interessados”, diz.

Idealização

O projeto foi idealizado pelos próprios estudantes e encontrou amparo na Secult. A ideia surgiu numa conversa entre dois componentes do coletivo, os artistas Matheusa Moreira e Guilherme Brasil, sobre a necessidade da realização de residências para a formação dos artistas. Estagiário da Gaeu, Brasil consultou a coordenação da galeria e começou a escrever o projeto junto com Moreira e outros estudantes. “Logo que iniciamos a escrita, começamos a elencar o desejo pelo acervo, pela prática de armazenamento de obras e de manutenção delas”, lembra Moreira.

Além do aprendizado com a equipe da galeria e com a troca de experiências entre os participantes, os artistas pretendem realizar uma exposição como resultado da residência, além de dois dias de visitação do público ao ateliê do grupo. Para Moreira, que já realizou uma residência artística com recursos do governo estadual, o projeto ajuda os artistas a aprenderem mais sobre suas próprias práticas.

“Uma residência proporciona diversos contatos. Podemos alcançar outras pessoas e isso me deixa muito alegre e esperançosa, pois é através da troca com outros sujeitos que conseguimos chegar no íntimo, que acredito ser o maior fundamento da arte”, afirma.

Incentivo e visibilidade

Para Yasmin Cerqueira, integrante do projeto, a residência não serve apenas para agregar na formação dos artistas que dela participam, mas para incentivar outros estudantes dos cursos de Artes da Ufes a se engajarem em iniciativas similares.

“Há um acervo disponível para pesquisarmos e descobrirmos técnicas diferentes. Trabalhamos nesse projeto também para trazer o conceito de residência para estudantes que não o conhecem, para mostrar que são capazes de escrever projetos para dentro e fora da Ufes. É muito difícil um artista sem referência encontrar a sua poética”, diz.

Já Valentim Faria, outro artista do coletivo, vê a experiência na Gaeu como um ponto de virada no reconhecimento do trabalho artístico do grupo. “Chegamos na Ufes como estudantes de Artes, mas às vezes somos artistas antes até de estudantes. A Gaeu, reconhecida como é no cenário capixaba, proporciona essa visibilidade para um artista em ascensão”, afirma ele.

 

Texto: Leandro Reis
Edição: Thereza Marinho

 

Categoria: Manchete

Estudo sobre risco de novas pandemias por vírus respiratórios é apresentado nesta quarta, 20

qua, 20/03/2024 - 11:06

Pesquisadores da Ufes, da Universidade de São Paulo (USP) e do Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN) apresentam nesta quarta-feira, 20, os resultados de um estudo que desenvolveu amostras de um padrão de interações sociais que servirá potencialmente para ajudar nas próximas pandemias e epidemias de doenças causadas por vírus respiratórios. Os resultados da pesquisa serão apresentados à Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes) às 16 horas, na sede da instituição, em Vitória.

A gestão das práticas de saúde em resposta à pandemia de covid-19, utilizando-se de estratégias não farmacológicas, é o tema central do estudo, desenvolvido pelo Laboratório de Pesquisa em Epidemiologia (LabEpi/Ufes), sob a coordenação da professora do Departamento de Enfermagem da Ufes Ethel Maciel (que, atualmente, exerce o cargo de secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde). A professora do Departamento de Serviço Social e pesquisadora do LabEpi Adriana Ilha representará a coordenadora no evento, que é aberto ao público.

Padrão

A pesquisa desenvolveu amostras de um padrão, usando modelagens matemáticas. “Isto contribui na avaliação das tendências e cenários de transmissão do vírus, como por exemplo, da covid-19, utilizando-se de dados de testagens, notificações dos infectados, hospitalizados e mortos e análises sobre tamanho das famílias, meios de transporte utilizados e local de trabalho”, ressalta a coordenadora.

Os dados foram obtidos por meio de um estudo de base populacional, com entrevistas domiciliares feitas em 22 setores censitários da Grande Vitória. A partir deste trabalho, os pesquisadores analisaram o número, a frequência, a intensidade e a localização dos contatos; a distribuição por local; e os padrões de contatos relacionados a fatores como idade, sexo e padrão socioeconômico.

Distanciamento

Os pesquisadores observaram que estratégias não farmacológicas, como o isolamento ou o distanciamento social forte, com uso de máscaras (em especial a chamada peça facial filtrante, PFF2), foram de grande importância para conter a disseminação da doença e de infectados por novas variantes do vírus. “O conversar e o tocar em uma pessoa constituem os principais eventos de risco para disseminação e aumento das taxas de infecção pela covid-19. Com a flexibilização do comércio, shoppings, cinemas e eventos, aumenta a interação social, muitas vezes sem o comportamento e a prática de biossegurança diante da exposição de novas doenças”, pontua Maciel.

As conclusões da pesquisa devem agora estabelecer e potencializar subsídios para a discussão de políticas de saúde e prestação de serviços no Sistema Único de Saúde (SUS), visando a uma abordagem mais centrada no enfrentamento à covid-19 e suas diversas mutações, além de outras síndromes respiratórias agudas graves.

 

Texto: Adriana Damasceno
Imagem: Freepik
Edição: Thereza Marinho

Categoria: Manchete

Paixão pelo cinema é tema de novo curso gratuito a partir desta quarta, às 13h

qua, 20/03/2024 - 10:46

O projeto de extensão Uma História do Cinema no Cine Metrópolis inicia novo módulo nesta quarta-feira, às 13 horas, com a exibição do documentário Tudo por amor ao cinema, do brasileiro Aurélio Michiles. A sessão é gratuita e aberta a toda a comunidade, interna e externa à Ufes. Haverá emissão de certificado para os participantes.

Até julho, o curso exibirá 15 longas-metragens, entre ficções e documentários que marcaram a história do cinema brasileiro e mundial. Nesta nova etapa, a seleção de filmes se debruça sobre o tema Imagens do Cinema, abordando obras que falam da paixão por filmes, salas de cinema e produção audiovisual em geral. No programa, destacam-se longas de Jean-Luc Godard, François Truffaut, Wim Wenders, Tim Burton, Walter Carvalho, Kléber Mendonça Filho, entre outros. Veja abaixo a lista completa e as datas de exibição.

Antes de cada sessão, haverá uma apresentação do professor do Departamento de Comunicação Social (DepCom) Fabio Camarneiro, coordenador do projeto, que falará sobre a obra em questão. Após a exibição, os participantes poderão debater a respeito de suas impressões do filme.

Realizado desde 2022, o projeto já refletiu nos semestres passados sobre a condição do trabalho (Imagens do Trabalho) e a relação da humanidade com a tecnologia (Imagens do Futuro). Uma História do Cinema no Cine Metrópolis tem apoio do Cine Metrópolis, da Secretaria de Cultura da Ufes (Secult/Ufes) e do DepCom.

Confira a programação completa:

20 de março: Tudo por amor ao cinema (Aurélio Michilis, 2015, 98 min.)

27 de março: O desprezo (Le Mépris, Jean-Luc Godard, 1963, 103 min.)

3 de abril: A noite americana (La Nuit américaine, François Truffaut, 1973, 115 min.)

10 de abril: Os sonhadores (The Dreamers, Bernardo Bertolucci, 2003, 115 min.)

17 de abril: Onde jaz o teu sorriso? (Où gît votre sourire enfoui?, Pedro Costa, 2001, 104 min.)

24 de abril: Tokyo-Ga (Wim Wenders, 1985, 92 min.)

8 de maio: Ed Wood (Tim Burton, 1994, 127 min.)

15 de maio: O artista do desastre (The Disaster Artist, James Franco, 2017, 104 min.)

22 de maio: Ladrões de cinema (Fernando Coni Campos, 1977, 127 min.)

29 de maio: Goodbye Dragon Inn (不散, Tsai Ming-liang, 2003, 82 min.)

5 de junho: Um filme de cinema (Walter Carvalho, 2015, 111 min.)

12 de junho: 66 cinemas (66 Kinos, Philipp Hartmann, 2016, 98 min.)

19 de junho: Retratos fantasmas (Kleber Mendonça Filho, 2023, 91 min.)

26 de junho: João Bénard da Costa: outros amarão as coisas que eu amei (Manuel Mozos, 2014, 75 min.)

3 de julho: Cinema Paradiso (Giuseppe Tornatore, 1998, 153 min.)

 

Texto: Leandro Reis, com informações do projeto
Edição: Thereza Marinho

 

Categoria: Manchete

Reitor e vice-reitor da Ufes apresentam Relatório da Gestão 2020-2024

ter, 19/03/2024 - 19:53

“Foi uma bela experiência, fica agora a possibilidade de continuidade.” A afirmação é do reitor da Ufes, Paulo Vargas, no evento de apresentação do Relatório da Gestão 2020-2024, realizado na tarde desta terça-feira, 19, no auditório da Biblioteca Central. O evento reuniu pró-reitores, diretores de centros de ensino, superintendentes, o reitor e a vice-reitora eleitos, Eustáquio de Castro e Sônia Lopes, respectivamente, entre outros membros da comunidade universitária.  

Clique aqui e assista ao lançamento.

O relatório, detalhado pelo vice-reitor da Ufes, Roney Pignaton, traz um apanhado do período marcado pela maior crise sanitária deste século e todos os desafios para a manutenção do ensino durante o isolamento social. Para o reitor, foi enorme o desafio de assumir o comando da Universidade no contexto da pandemia da covid-19, em março de 2020. Fazia poucos dias que a Universidade havia entrado num processo de trabalho remoto quando a nova gestão assumiu.

Naquele momento, uma das primeiras ações foi a criação do Comitê Operativo de Emergência para produzir o plano de biossegurança, com a função de acompanhar a evolução epidemiológica da doença, discutir propostas para atenuar a sua propagação e colaborar com os órgãos oficiais de saúde para a mitigação da covid-19. A pesquisa, a extensão e o ensino foram colocados a serviço da população no combate à disseminação do novo coronavírus.

Outra marca desse período foi o lançamento do programa Ensino Aprendizagem Remoto Temporário e Emergencial (Earte), que propiciou a continuidade das aulas mesmo em isolamento social. Para garantir que todos os estudantes tivessem acesso às aulas, foram criados novos auxílios para o fornecimento de equipamentos e internet que beneficiaram 5.105 estudantes, garantindo um processo de inclusão e acessibilidade digital.

“Enfrentamos um dos períodos mais turbulentos da nossa história, com a crise sanitária e condições políticas pouco favoráveis às universidades durante a maior parte desta gestão. Mas, mesmo em meio aos desafios que foram impostos, a Ufes mostrou que foi capaz de se reinventar e construir as soluções possíveis e necessárias”, destacou o reitor.

Capítulos

Dividido em capítulos, o relatório traz informações sobre o que foi realizado nas áreas de graduação, ensino a distância, pesquisa e pós-graduação, inovação, extensão, internacionalização, assistência estudantil, infraestrutura, ações afirmativas e acessibilidade, desenvolvimento de pessoas, comunicação, cultura e planejamento institucional. Aborda ainda ações desenvolvidas no Hospital Universitário e no Instituto de Odontologia da Ufes, nas bibliotecas e na Ouvidoria, além de recuperar a história da sucessão na Ufes em 2020 e a atuação dos Conselhos Superiores.

No que diz respeito à gestão administrativa, o relatório destaca que nos últimos quatro anos, mesmo com cortes orçamentários impostos pelo governo federal, a Ufes conseguiu, com uma política de redução de gastos, investir em todos os seus campi, entregando mais de 150 melhorias em edificações, novas construções e obras estruturantes e transversais, alcançando valores de investimento bastante significativos. Em 2020, a Universidade fez investimentos da ordem de R$ 29.700.278,03; em 2021 foram R$ 27.463.519,27; em 2022 R$ 27.076.274,05 e em 2023 21.447.785,49.

Avanços

Os avanços na pós-graduação também são destaque no relatório. Entre 2020 e 2023 mais 4.420 mestres, doutores e especialistas foram diplomados. Na avaliação realizada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), 28 programas de pós-graduação tiveram suas notas elevadas e, pela primeira vez na história da Ufes, três programas de pós-graduação atingiram a nota 6: Educação, Política Social e Biotecnologia. 

Nos quesitos Pesquisa e Inovação, a Ufes também evoluiu, com quase 8 mil projetos de pesquisa desenvolvidos, em média, por ano em todas as áreas do conhecimento. Os pesquisadores da Universidade estão entre os mais produtivos da América Latina.

Essa realidade faz a Ufes estar entre as principais universidades em rankings nacionais e internacionais. No Ranking Universitário Folha (RUF), do jornal Folha de São Paulo, que avalia instituições de ensino superior, a Universidade atingiu seu ápice em 2023, posicionando-se entre as dez melhores universidades do Brasil no quesito inovação.

No item Internacionalização, a Ufes elevou o número de países com os quais mantém acordos de cooperação de 34 para 45, fechando a gestão com 162 acordos internacionais em atividade.

Nos últimos quatro anos, os investimentos no Programa de Assistência Estudantil (Proaes-Ufes) somaram R$ 58.582.250,93. Durante a gestão 2020-2024, foi zerada a fila de estudantes à espera de ingresso no programa, ação que resultou de medidas que promoveram melhor aproveitamento dos recursos disponíveis, como o recadastramento ocorrido em 2021, que permitiu revisar cadastros de 2014 a 2017 e eliminar inconsistências. A Ufes promoveu ainda a unificação dos auxílios destinados aos estudantes, que anteriormente eram segmentados por finalidade. 

Mar revolto

Ao final do evento de apresentação do relatório, o ex-reitor da Ufes, Reinaldo Centoducatte (gestões 2011-2012 – pro tempore, 2013-2016 e 2017-2020), se dirigiu ao reitor Paulo Vargas e ao vice-reitor Roney Pignaton e afirmou: “Se nos transportarmos a quatro anos atrás, o que imaginaríamos das possibilidades futuras? Deixar a Universidade perder o mínimo possível, porque o horizonte apontava um mar revolto e uma dificuldade imensa de transitar nesse mar. Vocês tiveram a capacidade de entender aquele momento e entregar uma universidade muito melhor do que a que vocês receberam”. Ele citou ainda que, considerando apenas as atividades fins da Universidade - ensino, pesquisa e extensão -, a gestão 2020-2024 situou a Ufes “numa referência superior” em relação há quatro anos.

Novo portal

Durante a apresentação do relatório, a superintendente de Comunicação da Ufes, Ruth Reis (foto), também apresentou o novo Portal da Ufes, que deverá ser lançado na próxima sexta-feira, 22. Com visual mais moderno e privilegiando as imagens, o portal será entregue por etapas. Nessa primeira fase, as notícias estarão no novo formato. Posteriormente, todas as unidades da Ufes migrarão seus conteúdos para a nova plataforma.

 

Texto e fotos: Sueli de Freitas
Edição: Thereza Marinho

 

 

Categoria: EventoManchete

Núcleo de Cidadania Digital está com inscrições abertas para voluntários

ter, 19/03/2024 - 18:35

Estão abertas até sexta-feira, 22, as inscrições para o processo seletivo de voluntários do Núcleo de Cidadania Digital (NCD) da Ufes. Podem participar estudantes de todos os cursos da Universidade. A inscrição está sendo realizada por meio do formulário on-line, disponível neste link.

O processo de seleção é composto por três etapas: o preenchimento do formulário de inscrição, uma entrevista presencial e uma terceira etapa que será informada individualmente, durante a entrevista.

O NCD possui três setores de atuação. O setor de Infraestrutura e Desenvolvimento é responsável pela administração do laboratório, manutenção dos equipamentos, desenvolvimento web e manutenção do laboratório aberto à comunidade. O setor de Divulgação e Produção de Conteúdo coordena a administração das redes sociais, elaboração de material gráfico e edição de imagem, áudio e vídeo. Já o setor de Criação e Aplicação de Cursos e Oficinas atua na elaboração de propostas (com justificativa, plano de ensino e indicação de demanda e público alvo) e de material didático, além de ministrar aulas. O voluntário pode candidatar-se para ingressar nos três setores do Núcleo.

Inclusão digital

Criado em 2005, o Núcleo de Cidadania Digital é um programa de extensão que conta com a participação de estudantes de diferentes cursos da Universidade. Ele oferece produtos e serviços para a comunidade, a fim de promover inclusão digital e estimular o exercício da cidadania por meio de ferramentas tecnológicas.

 

Texto: Dhébora Molina (bolsista de projeto de Comunicação)
Edição: Thereza Marinho

Categoria: Destaque

Com nova infraestrutura e instalações mais modernas, Ufes inaugura novo data center

ter, 19/03/2024 - 15:46

Uma cerimônia realizada na manhã desta terça-feira, 19, no auditório do prédio Centro Tecnológico I (campus de Goiabeiras), marcou a inauguração do novo data center da Ufes. Na ocasião, foi apresentada à sociedade a conclusão das obras de modernização da infraestrutura de tecnologia da informação (TI) e das instalações do data center que, além de atender à comunidade acadêmica, concentra os equipamentos de rede, computadores corporativos (servidores) e equipamentos de armazenamento e processamento de dados da Universidade.

Participaram da solenidade o reitor da Ufes, Paulo Vargas; o vice-reitor, Roney Pignaton; a pró-reitora de Administração, Tereza Carneiro; o diretor de Inovação Tecnológica da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação, Anilton Garcia; o superintendente de Tecnologia da Informação da Ufes, Renan Teixeira; o representante do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR, Salvador Rodrigues; o diretor adjunto de Engenharia e Operação da Rede Nacional de Pesquisa (RNP), José Arivaldo Frazão; e o representante da Secretaria da Ciência e Tecnologia da Informação, Inovação e Educação Profissional do Espírito Santo, Matheus Benincá; além de outros gestores da Universidade, professores e convidados.

Na foto, o vice-reitor Roney Pignaton, o reitor Paulo Vargas e o superintendente Renan Teixeira descerram a placa de inauguração do novo data center.

Abrangência

O reitor Paulo Vargas salientou que a inauguração da nova infraestrutura de TI não é importante apenas para a Ufes, mas também para as instituições da Grande Vitória, uma vez que o data center da Universidade abriga o ponto de presença da RNP, que é responsável por prover acesso à internet a todos os campi e unidades da Ufes (Goiabeiras, Maruípe, Alegre, São Mateus, Jerônimo Monteiro, Hospital Veterinário e Base Oceanográfica), às 24 unidades de Institutos Federais de Ensino (Ifes) e à rede metropolitana Vitória Metrovix, que integra diversos órgãos estaduais e municipais que prestam serviços à população.

“É uma realização que entrega para a Ufes e para instituições que dependem dessa infraestrutura uma condição muito mais qualificada, quando se trata de gestão de tecnologia de informação e comunicação. Refiro-me a um desempenho muito superior ao que temos atualmente, à resiliência das conexões e à segurança de dados”, pontuou o reitor. O antigo data center da Ufes estava em funcionamento desde a década de 1980.

O reitor ressaltou a importância da existência de estruturas robustas que deem conta da transformação digital pela qual passam a sociedade e o serviço público, em um cenário de dependência crescente de infraestruturas de TI para o exercício de atividades administrativas e de ensino, pesquisa e extensão: “A quase totalidade do trabalho realizado dentro da Ufes é desenvolvida sobre plataformas digitais e damos como exemplo os processos digitais, as licitações, toda a operação contábil, os registros acadêmicos, as atividades de divulgação e até os processos de decisão, muitos dos quais acontecem em reuniões on-line. É impossível imaginar o avanço dessas áreas sem o apoio e o suporte dessa infraestrutura”.

Transformação digital

Com execução da empresa Zeittec, as obras tiveram início em abril de 2023 e contaram com um investimento total de R$ 11,02 milhões, provenientes do orçamento da Ufes e de emendas parlamentares. O vice-reitor Roney Pignaton salientou a expressividade dos números por trás do empreendimento, destacando que os investimentos não são apenas financeiros, mas aplicações no futuro da Ufes e no desenvolvimento da educação e da pesquisa. “Este data center é o coração tecnológico da nossa Instituição. Ele abrigará e garantirá a segurança das plataformas e aplicativos institucionais essenciais para o funcionamento da nossa Universidade”, avaliou o vice-reitor.

Pignaton considerou a inauguração do novo data center um marco na transformação digital acelerada pela pandemia de covid-19: “Estamos mais preparados do que nunca para continuar nossa missão de promover o conhecimento, a educação e o conhecimento científico. Hoje não é apenas a inauguração de um novo data center. É a celebração de um compromisso contínuo com a excelência, a inovação e o progresso”.

Melhorias

O superintendente de TI, Renan Teixeira. citou o Decreto 10.332, de 2020, que instituiu a Estratégia de Governo Digital, segundo a qual os órgãos da administração pública federal direta devem elaborar instrumentos de planejamento que incluam pontos como transformação digital de serviços; segurança e privacidade; e qualidade dos serviços digitais.

Ele citou que, em cumprimento ao Decreto e indo ao encontro dos anseios da comunidade acadêmica, a nova infraestrutura de TI apresenta, agora, alta segurança energética; refrigeração e alimentação de energia redundantes; sala elétrica com dois nobreaks com tecnologia modular de 150 quilovoltamperes (KVA), cada; gerador e transformador de 380 quilovoltamperes; e sistema de monitoramento integrado.

“A proposta é que o novo data center forneça uma gestão de dados extremamente eficiente, baseada em segurança de informações, redundâncias que garantam proteção total contra paralisações não programadas, alta velocidade no tráfego de informações, e transmissão de grandes quantidades de dados com qualidade”, explicou Teixeira.

Após a cerimônia, o público foi convidado a conhecer as novas instalações do data center da Ufes, momento em que aconteceu o descerramento da placa de inauguração do espaço.

 

Texto: Adriana Damasceno
Fotos: Ruth Reis e Thereza Marinho
Edição: Thereza Marinho

Categoria: Manchete

Exposição Cientistas Brasileiras ganha novas obras e agora pode ser vista em Aracruz

ter, 19/03/2024 - 15:17

A exposição Cientistas Brasileiras, lançada em 2023 em comemoração aos 90 anos da arqueóloga Niède Guidon, ganhou uma nova edição em homenagem ao Dia Internacional da Mulher e está em exibição no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo (Ifes) de Aracruz (bloco F). Composta por 34 obras que retratam 25 cientistas brasileiras, a mostra poderá ser vista até 25 de abril. A entrada é gratuita e aberta ao público.

A professora do Laboratório de Popularização da Ciência (LabPop) da Ufes Viviana Corte, coordenadora da exposição, ressalta que a exposição conta com dez novas obras. “A edição de 2024 amplia ainda mais a diversidade de cientistas retratadas”, afirma ela, destacando que agora a mostra é itinerante, o que permite que mais pessoas tenham acesso às histórias das cientistas brasileiras destacadas.

A exposição ressalta o papel das mulheres na ciência e na sociedade. Além de pinturas, apresenta uma instalação em cerâmica da Serra da Capivara, no Piauí. Esses elementos adicionais contam a história de mulheres que não apenas contribuíram para a ciência, mas também impactaram a sociedade de maneiras significativas. 

As obras foram criadas por artistas voluntários de várias partes do país, incluindo universitários e membros da comunidade externa. 

 

Texto: Sueli de Freitas
Edição: Thereza Marinho

Categoria: Manchete

Ufes nota 5

seg, 18/03/2024 - 18:59
Imagem: Link da imagem: https://www.ufes.br/conteudo/ufes-obtem-nota-maxima-na-avaliacao-institucional-do-ministerio-da-educacao

Ufes nota 5

seg, 18/03/2024 - 18:56
Imagem: Link da imagem: https://www.ufes.br/conteudo/ufes-obtem-nota-maxima-na-avaliacao-institucional-do-ministerio-da-educacao

Pesquisa traça perfil da dengue em Vitória com base em dados da epidemia de 2020

seg, 18/03/2024 - 17:26

Uma pesquisa desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Doenças Infecciosas da Ufes traçou o perfil da dengue na epidemia ocorrida no ano de 2020 em Vitória. As áreas de maior incidência da doença foram os bairros das regiões de Santo Antônio e São Pedro, com um posterior avanço para a região de Maruípe. Os resultados demonstraram que mulheres, negros, indivíduos com menor escolaridade e o grupo de pessoas com idade entre 10 e 19 anos têm maior suscetibilidade em contrair a doença. Os dados revelam o rejuvenescimento dos grupos mais afetados, que usualmente eram os adultos.

O estudo Características Epidemiológicas dos Casos Notificados de Dengue no Município de Vitória-ES no Período 2018-2020 foi desenvolvido como dissertação de mestrado da estudante Lylian Resende, sob orientação do professor Crispim Cerutti. Durante três anos, foram analisados fatores determinantes envolvidos na disseminação da dengue com o objetivo de contribuir com discussões sobre o tema e propor medidas integrativas entre o setor de Vigilância Epidemiológica e a comunidade, e controlar a doença no município de Vitória.

“A importância dessa pesquisa reside no acompanhamento da dinâmica de transmissão da dengue, apontando áreas vulneráveis e indicando medidas de saúde pública capazes de reduzir os danos e atenuar os índices”, afirma Cerutti.

Sorotipo

A epidemia do ano de 2020 ocorreu devido ao sorotipo DENV-2, que não circulava na capital espiritossantense desde 2011. A pesquisadora Lylian Resende explicou que, devido ao lapso temporal desde a última circulação do DENV-2, um maior número de indivíduos não havia tido contato prévio com esse sorotipo. “A distribuição disseminada dos mosquitos devido às chuvas aliada a essa dinâmica de indivíduos suscetíveis criaram as condições ideais para uma epidemia da dengue”, afirmou.

Os dados demonstraram que os picos em 2019 e 2020 ocorreram entre períodos de baixa precipitação. Segundo a pesquisadora, esse atraso entre o período de chuvas e os casos notificados é causado pelo tempo de ciclo de vida do mosquito transmissor, o Aedes aegypti. Dessa maneira, o aumento de casos em determinado mês geralmente está relacionado com o aumento de chuvas no mês anterior ou até dois meses antes. Ou seja, a relação entre a precipitação e a incidência de casos existe, mas não é instantânea. 

Em relação ao grupo de risco, há uma maior associação da dengue no grupo de adolescentes, seguido por adultos, idosos e, por último, crianças. A frequência menor em crianças pode representar subnotificação por diversos fatores: seja porque o diagnóstico neste grupo etário é mais difícil devido à inespecificidade da apresentação clínica, seja pela maior possibilidade de infecção assintomática nessa faixa etária. Já a inversão da faixa etária ocorreu em virtude de repetidas epidemias ao longo dos anos, em que houve ampla proteção imunológica aos adultos, restando os jovens como os mais suscetíveis. 

Ainda sobre as variáveis demográficas dos indivíduos suscetíveis a contrair a dengue, a pesquisadora comentou: “as arboviroses (doenças causadas por artrópodes, entre eles os mosquitos) não se distribuem uniformemente nas diferentes populações, de modo que existem grupos com maior risco de apresentarem a doença”. A maior incidência em mulheres pode ser atribuída à permanência mais frequente de indivíduos do sexo feminino no domicílio. A maior associação com pessoas negras e pardas se dá devido a serem parte do grupo de maior vulnerabilidade social.

Os estudos demonstraram que viver em apartamentos é um fator de proteção à doença, pois esses usualmente possuem uma administração centralizada que normalmente observa os cuidados de limpeza e manutenção das áreas comuns, diminuindo a infestação de mosquitos. 

A coorientadora da pesquisa, professora Creuza Vicente, salientou a relevância da pesquisa no cenário nacional: “ela sugere características que podem estar associadas a um maior risco de ocorrer a doença e que podem ser observadas em outros locais, como é o caso dos fatores socioeconômicos”.

 

Texto: Dhebora Molina (bolsista de projeto de Comunicação)
Foto: Biblioteca Vitual em Saúde - Ministério da Saúde
Edição: Sueli de Freitas e Thereza Marinho

 

Categoria: Manchete

Exposições gratuitas ocupam o prédio da Biblioteca Central da Ufes até 28 de março

seg, 18/03/2024 - 11:50

Duas exposições estão abertas ao público na Biblioteca Central da Ufes, até o dia 28 de março. Mulher: persona, pessoa, montada no térreo da BC, faz referência ao Dia Internacional da Mulher, com obras literárias escritas por autoras e painéis temáticos. Já a mostra Centenário do Eclipse de Sobral (foto principal), aberta para visitação no 1º andar do prédio, aborda o fenômeno ocorrido em 29 de maio de 1919, no município cearense. As exposições podem ser visitadas de segunda a sexta-feira, das 7 às 21 horas.

Idealizada pelo bibliotecário-documentalista da BC Djair Souza, a exposição Mulher: persona, pessoa apresenta as obras em estantes expositoras, separadas por temáticas, como as lutas por direitos e a centralidade de personagens femininas na literatura. Além dos livros, estão expostos objetos representativos e painéis com impressões em preto e branco de personalidades femininas que são destaques nas lutas contra a violência e o feminicídio.

Organizada pelo Programa de Pós-Gradução em Ensino de Física (PPGEnFis/Ufes) e pelo Mestrado Nacional em Ensino de Física da Sociedade Brasileira de Física - Polo 12 (MNPEF-SBF), Centenário do Eclipse Solar em Sobral explora, em 22 painéis informativos, os aspectos científicos de um eclipse solar e destaca a importância histórica do fenômeno no município do interior do Ceará, cujas observações foram cruciais para comprovar as previsões da Teoria da Relatividade Geral de Albert Einstein.

 

Com informações e fotos da Biblioteca Central da Ufes
Edição: Thereza Marinho

Categoria: Destaque

Galeria de Arte e Pesquisa abre inscrições para exposição coletiva de cerâmica

seg, 18/03/2024 - 11:36

A Galeria de Arte e Pesquisa da Ufes (GAP) está com inscrições abertas para a exposição coletiva O Cru e o Cozido - Diálogos com a Cerâmica Contemporânea. Artistas ceramistas de todo o Brasil têm até o dia 23 de abril para concorrer às 12 vagas disponibilizadas no edital. A exposição ficará em cartaz na GAP de 28 de maio a 28 de junho deste ano.

Para participar da seleção, o candidato deve enviar três fotografias da obra (em visão frontal, de topo e em perspectiva), uma breve biografia e descrição material e conceitual da obra, além de especificações técnicas. Outras informações estão disponíveis no edital.

A curadoria da exposição está a cargo da artista Rosana Paste e da coordenadora da GAP, Isabela Frade. Segundo Frade, a escolha dos trabalhos passará por critérios como qualidade estética, capacidade de atingir sensorialmente e formalmente e significação poética.

“O que faz uma obra ser ou não ser arte? O público às vezes confunde gosto com apreciação. No nosso caso, não se trata de agradar os sentidos, mas de desafiá-los”, afirma a curadora. Ela diz que a capacidade de surpreender também será um fator importante na seleção. “Como a cerâmica contemporânea é um campo em expansão e hibridação, na mescla com outros meios artísticos como a pintura, a gravura e a performance, por exemplo, esperamos boas surpresas”.

Além da montagem das obras selecionadas, a exposição prevê uma participação da artista Regina Rodrigues, que foi professora do Departamento de Artes Visuais e coordenadora do curso de Artes Plásticas da Ufes. “Ela influiu de forma contundente no cenário da cerâmica capixaba. Hoje temos uma profusão de ceramistas no estado, com mais de 130 núcleos envolvendo a cerâmica. Quase todos foram seus alunos ou são descendentes dos seus alunos”, afirma Frade.

Diálogo

O mote da exposição, O Cru e o Cozido, é inspirado na obra homônima do antropólogo Claude Lévi-Strauss, referência nos estudos da mitologia ameríndia. “São observações das dietas ameríndias e de outras culturas sobre o papel primordial na elaboração dos alimentos e da importância do fogo – do cozimento – como elo vital e demarcatório da vigência cultural”, explica Frade.

Segundo a curadora, o diálogo da exposição com a obra do antropólogo se dá a partir da ideia de transformação da matéria. “Cerâmica é argila cozida. Na cerâmica contemporânea, essa restrição se rompe para relações mais livres com a terra e com a argila, e nem tudo passa pelo fogo”, afirma.

 

Texto: Leandro Reis
Edição: Thereza Marinho

 

Categoria: DestaqueEdital

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