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Ufes comunica com pesar o falecimento do estudante de doutorado Ramon Machado Loureiro
A Administração Central da Ufes comunica com pesar o falecimento do estudante do Programa de Pós-Graduação em Agronomia - campus de Alegre Ramon Machado Loureiro, ocorrido nesta quinta-feira, 29.
O estudante faleceu na cidade de Chicago,durante seu deslocamento para os Estados Unidos, onde realizaria estágio de doutorado sanduíche.
A Secretaria de Relações Institucionais da Universidade está prestando apoio à família e em permanente contato com o Consulado do Brasil para encaminhamento dos trâmites necessários.
Em nome de toda comunidade acadêmica, a Administração Central da Ufes presta sua solidariedade aos familiares, amigos e amigas do estudante.
Filmes nacionais são os destaques da semana na programação do Cine Metrópolis. Veja os horários das sessões
Dois filmes brasileiros são os destaques da programação que começa nesta quinta-feira, 30, no Cine Metrópolis. Vencedora do prêmio de Melhor Direção no 53º Festival de Gramado, a diretora Laís Melo retrata em Nó, seu primeiro longa de ficção, a luta de uma mulher por um recomeço após se divorciar do marido. Já o documentário 3 Obás de Xangô, de Sérgio Machado, acompanha as histórias em torno da amizade entre Jorge Amado, Dorival Caymmi e o pintor Carybé.
A trama de Nó tem no centro a protagonista Glória, que consegue se separar do marido após um divórcio conturbado. Tentando recomeçar a vida após se mudar com suas três filhas, ela precisa lidar com dificuldades financeiras e as constantes ameaças do ex-marido. Seus dilemas aumentam quando ela se vê em uma disputa por um novo cargo no trabalho – uma disputa que terá que travar com sua melhor amiga.
Celebrando a amizade de três ícones culturais do Brasil, 3 Obás de Xangô apresenta a trajetória do escritor Jorge Amado, do músico Dorival Caymmi e do pintor Carybé enquanto mostra a conexão dos artistas com a identidade da Bahia. O filme é repleto de depoimentos de amigos, familiares, artistas e dos próprios protagonistas. Performances de Caymmi e obras de Carybé ainda conferem mais beleza ao documentário de Sérgio Machado.
Além dos longas nacionais, o Cine Metrópolis exibe, por mais uma semana, The Mastermind. Dirigido por Kelly Reichardt, diretora do elogiado First Cow, o filme acompanha a história de J.B. Mooney, um carpinteiro desempregado que abandonou a escola de artes na juventude. Vivendo no interior do estado de Massachusetts, nos anos 1970, ele decide roubar obras de arte de um museu local em plena luz do dia. Enquanto planeja seu primeiro grande crime, mudanças políticas e sociais provocadas pelos movimentos hippie e feminista começam a desintegrar o mundo que ele conhecia.
Cena de NóConfira as sinopses dos filmes em cartaz no Cine Metrópolis de 30 de outubro a 5 de novembro:
Nó, de Laís Melo (Brasil, 2025)
Glória se separa e se muda com suas três filhas para um prédio no centro de Curitiba. Com condições financeiras difíceis e ameaçada pelo ex-marido que pede a guarda integral das garotas, Glória tem que disputar com sua melhor amiga uma vaga de supervisora na fábrica onde trabalha. O processo transforma Glória e suas relações.
3 Obás de Xangô, de Sérgio Machado (Brasil, 2025)
Retrato da amizade incondicional entre Jorge Amado, Dorival Caymmi e Carybé. Os três defendiam que a força de suas obras residia em documentar o que viam nas ruas: a resiliência do povo do candomblé, o poder das mulheres, a onipresença do mar. Os livros de Jorge, as canções de Caymmi e as pinturas e esculturas de Carybé consolidaram um modo de estar no mundo dos baianos e influenciaram as gerações de artistas que vieram depois.
The Mastermind, de Kelly Reichardt (Estados Unidos, 2025)
Em um canto tranquilo de Massachusetts, por volta de 1970, o carpinteiro desempregado J.B. Mooney se torna ladrão de arte amador e planeja seu primeiro grande assalto. No entanto, quando tudo sai dos trilhos, sua vida começa a desmoronar.
Veja os horários das sessões na página do Cine Metrópolis.
Categorias relacionadas CulturaSeminário vai discutir projetos industriais alternativos para a preservação ambiental. Inscrições abertas
Nos próximos dias 6, 7 e 8 de novembro a Ufes promove, em parceria com a Universidade Federal Fluminense (UFF) e o Instituto Federal Fluminense (IFF), o III Seminário Economia Destruidora & Energia no Litoral do Sudeste do Brasil: (re)existências e alternativas ao capitalismo, que será realizado no campus da UFF, em Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas neste link até o dia do evento.
Serão abordados tanto temas teóricos quanto pesquisas sobre os efeitos de projetos industriais, da mineração e exploração de energias e de infraestruturas implementadas ou em vias de implementação que transformam territórios, paisagens e a vida cotidiana das populações. A proposta é buscar estabelecer um diálogo entre pesquisadores, estudantes, defensores das causas ambientais, movimentos sociais e a comunidade em geral.
A palestra de abertura será ministrada pelo professor do Departamento de Geografia da Ufes Claudio Luiz Zanotelli, que abordará o tema Economia destruidora, Capitalismo mundial integrado e as resistências e projetos de futuro. Além de palestras, a programação inclui mesas-redondas, atividades culturais, oficinas interativas e trabalho de campo. Veja aqui a programação completa.
Projetos alternativos
Para Zanotelli, que faz parte da organização do evento, a necessidade de discutir o tema decorre da hiperexploração da natureza e do crescimento econômico infinito, que provocam poluições diversas e o esgotamento dos recursos naturais.
“A ideia de resistências e projetos de futuro se refere ao fato de que nem tudo está perdido e que há lutas, há projetos alternativos, há experimentações em diversos domínios e em diferentes territórios que combatem e propõem alternativas a esses modos de desenvolvimento. Outros mundos são possíveis”, reforça.
Entre os palestrantes estão ainda o professor do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Ufes e autor da trilogia Estado em Questão, Roberto Simões; o professor do Departamento de Geografia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e ganhador do Prêmio Paulo Freire, pelo desenvolvimento do Projeto Ilha de Cientistas, Allan Oliveira; e a professora do Departamento de Geografia da UFF e coordenadora do Núcleo de Estudos sobre Território e Conflitos Sociais, Tatiana Ramos.
Categorias relacionadas Meio ambienteCAp Criarte divulga edital de sorteio de vagas para novos alunos. Inscrições a partir de 17 de novembro
O Colégio de Aplicação (CAp) Criarte sorteará 41 vagas para ingresso de novos estudantes no ano letivo de 2026. As inscrições serão recebidas de 17 a 27 de novembro, pelo preenchimento do formulário on-line que será disponibilizado no site do Criarte. As oportunidades são para crianças nascidas entre 1º de abril de 2020 e 31 de março de 2024 – tanto as vinculadas a membros da comunidade acadêmica quanto as do público em geral, que concorrerão de forma igualitária.
As oportunidades estão distribuídas de acordo com os grupos ofertados no próximo ano letivo, referentes às faixas etárias atendidas no Colégio de Aplicação. Para o turno matutino, há vagas para as turmas G2 (11 vagas), G3 (1 vaga), G4 (4 vagas) e G5 (5 vagas). Já para o turno vespertino, o sorteio será para as turmas G2 (13 vagas) e G4 (8 vagas).
No turno Vespertino, o sorteio para a turma G3 será apenas para formação de lista de suplência e não será oferecida a turma G5, que terá edital de sorteio específico, caso seja reaberta posteriormente.
O sorteio ocorrerá na sala multiuso da unidade, no dia 5 de dezembro, a partir das 14 horas. Haverá também transmissão ao vivo, pelo canal do CAp Criarte no YouTube.
O procedimento será realizado eletronicamente, com o auxílio de uma ferramenta desenvolvida pela Superintendência de Tecnologia da Informação (STI). Os inscritos não contemplados no sorteio, de acordo com o número de vagas disponíveis, irão compor a Lista de Suplência na ordem em que forem sorteados.
Confira o edital de normas para ingresso em 2026 nesta página.
Lista de espera
Pessoas Interessadas em vagas no CAp Criarte que não tiverem realizado a inscrição para o sorteio poderão solicitar posteriormente a inclusão do nome da criança na Lista de Espera para as turmas abertas no próximo ano letivo. As inscrições para formação dessa lista serão recebidas no período de 1º de fevereiro de 2026 a 31 de agosto de 2026, pelo e-mail secretaria.criarte.ce@ufes.br. A convocação das crianças na Lista de Espera será iniciada após o esgotamento da Lista de Suplência.
Educação infantil
O Criarte é um espaço de educação infantil instalado no campus de Goiabeiras que teve início na década de 1970, como um projeto assistencial para cuidar de filhas e filhos de trabalhadoras do Restaurante Universitário, em uma época de luta das mulheres pela conquista do direito à creche.
Ao longo de quase 50 anos, as atividades oferecidas pelo colégio evoluíram juntamente com a legislação educacional, que inseriu a educação infantil como primeira etapa da educação básica e passou a reconhecer os potenciais e as necessidades de aprendizagens das crianças com idade entre dois e cinco anos.
Categorias relacionadas EnsinoVagas abertas para cursos a distância de Propriedade Intelectual e Controle Gerencial dirigido a empreendedores
A Superintendência de Educação a Distância (Sead) abre nesta semana duas seleções voltadas para gestores de pequenas e médias empresas: o curso de extensão Propriedade Intelectual: noções básicas sobre marcas e patentes para empreendedores e o curso de especialização Controle Gerencial para Pequenas e Médias Empresas (PME).
As inscrições para o curso de Propriedade Intelectual serão recebidas das 10 horas do dia 31 de outubro até as 23h59 de 14 de dezembro, pelo link que será disponibilizado na Página de Acompanhamento do Curso. O candidato deverá ter concluído o ensino médio ou técnico e residir no Espírito Santo.
Serão ofertadas 200 vagas distribuídas em cinco polos municipais de apoio presencial: Piúma, Santa Leopoldina, São Mateus, Serra e Vila Velha, com 40 vagas em cada um. As oportunidades serão preenchidas de acordo com a ordem de inscrição dos candidatos. Em todos os polos haverá vagas reservadas a servidores do governo estadual – professores da Educação Profissional que atuam nos Centros Estaduais de Educação Técnica (CEETs), professores da Educação Profissional que atuam no Programa Qualificar ES e demais servidores da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação Profissional (Secti) –, totalizando 25 oportunidades.
O curso terá carga horária de 82 horas e estará disponível de 23 de março a 30 de novembro de 2026, oferecendo cinco oficinas de capacitação, ao todo, com o objetivo de qualificar empreendedores, mais especificamente os de pequenas e médias empresas, para a compreensão e a aplicação dos conceitos de direitos de propriedade intelectual nas práticas e protocolos legais, visando à solicitação de proteção de patentes e marcas.
Especialização
Já o curso de especialização em Controle Gerencial para Pequenas e Médias Empresas (PME), com carga horária de 360 horas e duração de 18 meses, oferecerá 90 vagas remanescentes, para candidatos com graduação em curso superior em qualquer área de conhecimento, que residam na cidade onde se localiza o polo de apoio presencial para o qual estão se candidatando ou em cidades capixabas vizinhas. As inscrições serão recebidas nesta quinta-feira, 30 de outubro, a partir de meia-noite até às 14 horas, por meio deste link. A classificação dos candidatos será por ordem de inscrição e as oportunidades estão distribuídas nos polos de Afonso Cláudio (30 vagas), Castelo (16), Colatina (8) e Montanha (36).
A especialização tem o objetivo de desenvolver conhecimentos e habilidades que possibilitem o aprofundamento em conteúdos específicos da área de negócios, formando profissionais para a atuação em atividades contábeis, financeiras e de gestão em pequenas e médias empresas.
Os dois cursos serão disponibilizados por meio do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), estando também previstos, no cronograma de cada disciplina, encontros presenciais obrigatórios e encontros virtuais síncronos realizados por meio de webconferência.
Todas as informações estão disponíveis nas páginas de acompanhamento dos respectivos cursos e também nos editais anexados abaixo.
Edital-Sead-Curso-de-Extensao-em-Propriedade-Intelectual.pdf Edital-Sead-Curso-de-Especializacao-em-Controle-Gerencial-para-Pequenas-e-Medias-Empresas--Vagas-Remanescentes-.pdf Categorias relacionadas EnsinoUfes comunica com pesar o falecimento da servidora aposentada Lucinete Maria Gasperazzo Nogueira
A Administração Central da Ufes comunica com pesar o falecimento da servidora técnico-administrativa aposentada Lucinete Maria Gasperazzo Nogueira, ocorrido nesta quarta-feira, 29. O velório será realizado nesta quinta-feira, 30, a partir das 11 horas, no Cemitério Jardim da Paz (localizado no município de Serra), onde às 15 horas acontecerá o sepultamento.
Lucinete era assistente em Administração e durante muitos anos atuou no Centro de Educação, no campus de Goiabeiras.
Em nome de toda a comunidade acadêmica, a Administração Central da Ufes manifesta sua solidariedade aos familiares, amigos e amigas da servidora.
Categorias relacionadas InstitucionalServidores da Ufes celebram Dia do Servidor Público. Programação acontece nos quatro campi da Universidade
Servidores docentes e técnicos do campus de Goiabeiras se reuniram para um café da manhã em comemoração ao Dia do Servidor Público, celebrado nesta terça, 28. A confraternização abriu a programação em homenagem aos servidores do campus, que segue até esta quarta, dia 29, com apresentações musicais, minicursos e oficinas. Conheça a programação.
As atividades são coordenadas pela Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progep) e abrangerá os quatro campi da Ufes. O primeiro a receber a programação foi o campus de Alegre, que celebrou a data entre 21 e 23 de outubro. Já no campus de Maruípe o evento acontecerá nos dias 29 e 30, enquanto São Mateus encerrará a Semana do Servidor, no dia 31.
Durante a abertura, a vice-reitora da Ufes, Sonia Lopes, afirmou que “hoje é dia de reconhecer e celebrar o trabalho de quem faz o Estado brasileiro acontecer” e “compreende que servir ao público é um ato de compromisso com a democracia, com a justiça social e com a dignidade humana”.
Lopes ressaltou que, apesar dos desafios enfrentados pelos servidores públicos – como restrições orçamentárias e desvalorização –, a categoria segue “sustentada por um valor que não se mede em cifras, mas em propósito: o de cuidar do outro e fortalecer o bem comum”.
A vice-reitora finalizou reafirmando sua admiração e gratidão, em especial às servidoras públicas: “sabemos que para as mulheres os desafios são ainda maiores”. “Que nunca nos falte coragem para defender o que é de todos e esperança para continuar construindo, juntos, um país mais justo, solidário e inclusivo”, desejou.
A vice-reitora Sonia Lopes (de rosa) e a pró-reitora Josiana Binda (ao microfone) destacaram o compromisso e a dedicação dos servidoresSaberes
A pró-reitora de Gestão de Pessoas, Josiana Binda, fez questão de destacar o motivo da comemoração: “Estamos aqui, mais uma vez, para agradecer às pessoas, para dizer o quanto são importantes para que a Ufes seja reconhecida por sua excelência”.
Ela afirmou que, por mais que a sociedade viva um momento de significativos avanços tecnológicos, os saberes das pessoas são fundamentais. “Por mais inovadores que sejam os processos de trabalho, a maior parte deles têm a participação de pessoas que desejam se sentir parte do sucesso, e que desejam sentir pertencimento em relação aos resultados e conquistas da Instituição”, disse.
A pró-reitora também lembrou as conquistas já alcançadas pela categoria, como a reestruturação nas carreiras, mas destacou que ainda há muito pelo que lutar: “Hoje pessoas da Ufes se juntam a outras em marcha a Brasília para lutar contra a Reforma Administrativa, para que direitos conquistados não sejam retirados”.
O café da manhã contou com uma apresentação da musicista Luiza Mollulo, egressa da Ufes, e sorteio de brindes entre os presentes.
A programação nos quatro campi da Ufes em homenagem ao Dia do Servidor Público está disponível no site da Progep.
Fotos: Ana Oggioni e Lucas Pereira
Categorias relacionadas InstitucionalLaboratório de Simulação do Hucam-Ufes terá dois dias de portas abertas a visitação. Inscrições abertas
Profissionais do Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes (Hucam/Ufes) vão realizar, nos dias 30 e 31 deste mês, um evento interativo com o objetivo de apresentar, por meio de visitas guiadas, o Laboratório de Habilidades e Simulação (Labsim) da instituição. As visitas podem ser feitas das 7h30 às 18h30.
O evento é aberto a todos os interessados, com foco em estudantes e profissionais da área de saúde, como o público interno do hospital e da Universidade ou outras escolas de nível superior, turmas de nível médio, cursos profissionalizantes e até visitas individuais. Para facilitar o acesso do público externo ao LabSim, que fica no primeiro andar do prédio principal do Hucam, foi criado um formulário de inscrição que pode ser acessado neste link.
“Será o Portas Abertas Labsim, que vai oferecer um momento de integração, inovação e aprendizado. O público poderá conhecer de perto os espaços, recursos, metodologias e tecnologias que transformam o ensino em saúde por meio da simulação clínica”, explicou a chefe do Setor de Gestão do Ensino, que integra a estrutura da Gerência de Ensino e Pesquisa, Tania Mara Mattos.
Os visitantes serão recebidos pela equipe do LabSim, que vai mostrar algumas das atividades desenvolvidas no local. “Temos manequins e equipamentos que permitem avaliar a competência do profissional ao executar determinados procedimentos, como um caso de parada cardiorrespiratória", explicou a gestora.
A simulação clínica é um recurso pedagógico que permite atuar em cenários controlados, treinando habilidades de forma segura e orientada, sendo essencial para a capacitação de profissionais de saúde e a segurança do paciente.
Imagem Treinamento no Laboratório de Habilidades e Simulação“Essa oportunidade de conhecer o Labsim, mais do que uma visita, é uma experiência que aproxima teoria e prática, fortalecendo a formação de profissionais preparados para os desafios reais do cuidado integral na área da saúde. A iniciativa reafirma o compromisso do Hucam/Ufes com inovação no ensino, excelência na saúde e integração ensino-serviço”, resumiu Tania Mattos.
Formação e pesquisas
O Hucam/Ufes faz parte da Rede da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Rede EBSERH) desde abril de 2013. Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a EBSERH administra 45 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) ao mesmo tempo em que apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas e inovação.
Fotos: Coordenadoria de Comunicação Social do Hucam/Ufes
Categorias relacionadas Ensino SaúdeEspírito Santo terá Escola Estadual de Socioeducação para aprimorar a atuação em Direitos Humanos
Nesta quinta-feira, dia 30, a Ufes realizará a cerimônia de inauguração e apresentação da Escola Estadual de Socioeducação do Espírito Santo (EES/ES). A iniciativa, desenvolvida em parceria com o Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania (MDHC), tem como objetivo formar, capacitar e aperfeiçoar profissionais que atuam no sistema socioeducativo em todo o estado. O evento acontecerá a partir das 8 horas, no Salão Rosa do Centro de Ciências Jurídicas e Econômicas (CCJE), localizado no prédio ED-2, no campus de Goiabeiras, e será aberto à comunidade.
O lançamento também marcará a realização do I Simpósio Estadual de Socioeducação, que contará com a participação do diretor-geral do Instituto de Atendimento Socioeducativo do Espírito Santo (Iases), Fábio Amorim Filho, e terá como tema o papel da EES/ES na construção de um processo socioeducativo mais humano e efetivo.
O projeto é voltado à formação em Direitos Humanos e Socioeducação de profissionais que atuam tanto no meio fechado, como servidores do Iases, quanto no meio aberto, que envolve representantes das secretarias de Estado da Educação e da Saúde, das forças de segurança e da sociedade civil. A iniciativa foi desenvolvida em parceria com seis universidades federais selecionadas para coordenar a primeira fase do programa, entre as quais está a Ufes.
A Universidade oferecerá 200 vagas para o Curso de Aperfeiçoamento em Direitos Humanos e Socioeducação, que será ministrado na modalidade Ensino a Distância (EaD), com duração de 12 meses e carga horária total de 180 horas. O início das aulas está previsto para meados de novembro e a formação será totalmente financiada pelo MDHC, por meio da Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (SNDCA). As informações completas sobre a seleção serão divulgadas em edital, que estará disponível em breve no perfil oficial da EES/ES no Instagram.
Respeito aos direitos
Sob coordenação dos professores do Departamento de Direito Marco Olsen e Gilberto Fachetti, o curso abordará temas fundamentais, como Fundamentos dos Direitos Humanos; Sistema Nacional de Socioeducação; Execução de Medidas Socioeducativas; Assistência Social, Juventude e Violência; e Gênero e Diversidade na Socioeducação. Os participantes terão entre 25 e 30 dias para concluir cada módulo.
De acordo com Olsen, todas as disciplinas têm como eixo central a promoção dos Direitos Humanos, com o propósito de sensibilizar os profissionais para uma atuação pautada na proteção e no respeito aos direitos da criança e do adolescente: “Infelizmente, às vezes crianças e adolescentes em conflito com a lei são discriminados e seus Direitos Humanos, violados; daí a preocupação da Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente em disseminar valores já estabelecidos em nosso ordenamento jurídico”.
Diálogo
Além das aulas remotas, o projeto promoverá simpósios presenciais em diferentes municípios do Espírito Santo, com o objetivo de fortalecer o diálogo entre instituições e ampliar a participação dos profissionais do sistema socioeducativo. “A troca de experiências entre pares é um instrumento a ser implementado, visando fortalecer redes de apoio interinstitucional. É um trabalho minucioso e persistente, não sendo possível atingir nível máximo de mudança em um único curso. Tanto que a intenção do Governo Federal é transformar esse projeto em programa permanente de capacitação”, ressalta Olsen.
Ele explica que o projeto adota estratégias educacionais, formativas e de acompanhamento institucional integradas, buscando assegurar que os conteúdos abordados em Direitos Humanos e Socioeducação gerem impactos reais na prática profissional. Entre essas estratégias, ele destaca a integração entre teoria e prática, por meio de oficinas e rodas de conversa que promovam a vivência dos princípios fundamentais dos Direitos Humanos, como empatia, igualdade de tratamento e justiça restaurativa.
Gilberto Fachetti reforça que a proposta também visa estimular atividades de extensão universitária que envolvam estudantes da Ufes, reforçando o compromisso da Universidade com a defesa e a efetivação dos Direitos Humanos no Espírito Santo. “Esta ação é fundamental para que a Universidade coloque sua estrutura e seu pessoal a serviço da construção de um futuro digno para crianças e adolescentes que precisam de uma chance de reinserção social”, conclui.
Categorias relacionadas InstitucionalCatálogo com acervo audiovisual da cultura capixaba será lançado nesta quarta, 29, no campus de Goiabeiras. Aberto ao público
O campus de Goiabeiras sedia nesta quarta-feira, dia 29, o lançamento do e-book Memória Audiovisual: Catálogo Seletivo da Cultura Capixaba nos Telejornais da TV Gazeta, organizado pelo professor do Departamento de Arquivologia André Malverdes. Gratuito e aberto ao público, o evento será realizado no Salão Rosa do Centro de Ciências Jurídicas e Econômicas (CCJE), a partir das 19 horas.
A ação na Ufes integra a programação de lançamento do projeto Memórias em 16mm: a cultura capixaba pelas lentes da TV Gazeta. O e-book funciona como registro e produto complementar do projeto, que envolveu pesquisadores da Ufes, do Arquivo Público do Estado do Espírito Santo (APEES) e de outras empresas e instituições culturais capixabas na digitalização e restauração de reportagens produzidas pela emissora entre 1976 e 1983.
A obra transforma seis horas de filmes em 16 milímetros em um acervo raro de 118 páginas, que detalham o processo de digitalização e preservação das reportagens, o contexto histórico do acervo, os parceiros envolvidos, e apresentam textos reflexivos.
Segundo Malverdes, o catálogo está alinhado a políticas voltadas para a construção de uma sociedade da informação, promovendo a difusão do patrimônio documental, com ênfase especial no patrimônio audiovisual: “A tendência é que esses produtos resultem em outras atividades no audiovisual, em pesquisa e no acesso da população, permitindo que conheçam as imagens em movimento do patrimônio televisivo que está aí e que faz parte do nosso patrimônio cultural”.
Supervisor técnico escaneando um rolo de 16 milímetrosO e-book está disponível gratuitamente no site da editora Antíteses, enquanto o material que compõe o projeto Memórias em 16mm será disponibilizado para pesquisa e consulta por meio do portal Midiateca Capixaba após análise e aprovação da prestação de contas.
Sobre o acervo
O acervo digitalizado reúne 398 rolos de película 16 milímetros, contendo reportagens culturais exibidas nos telejornais da TV Gazeta nos primeiros anos de funcionamento da emissora, fundada em 1976. Esse material possui entrevistas com nomes consagrados da cena cultural local e nacional como Amylton de Almeida, Luiz Tadeu Teixeira, Maurício de Oliveira, Bernadette Lyra, Hermógenes Lima da Fonseca, Beth Caser, Martinho da Vila, Eva Wilma, Raul Seixas, Alceu Valença, Tom Zé, entre muitos outros.
O projeto é uma realização da Interferências Filmes e Projetos e Garupa Filmes por meio de seleção no Edital de Memória e Preservação Audiovisual da Secretaria de Cultura do Espírito Santo (Secult) e Funcultura, com recursos do Ministério da Cultura e Lei Paulo Gustavo. Além do Departamento de Arquivologia da Ufes e do Arquivo Público do Espírito Santo (APEES), a iniciativa tem o apoio da Associação dos Arquivistas do Estado do Espírito Santo (AARQES) e da Rede Gazeta.
Foto: Pedro Henrique Magalhães
Categorias relacionadas ExtensãoUfes participa de debate na Andifes sobre políticas de acessibilidade e inclusão de pessoas com deficiência no ensino superior
Aprofundar o debate sobre políticas de acessibilidade, inclusão e permanência de pessoas com deficiência no ensino superior: essa foi a proposta central do Seminário Temático Políticas de Inclusão e Acessibilidade para Pessoas com Deficiência nas Instituições de Educação Superior: Entrou, e agora?, promovido pela Comissão de Direitos Humanos e Inclusão da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) em Brasília, com o apoio do Grupo de Trabalho (GT) de Inclusão e Acessibilidade e do Colégio de Gestores de Núcleos de Acessibilidade das Universidades Federais (Conacessi) da entidade.
A vice-reitora da Ufes, Sonia Lopes, que integra o GT, mediou a mesa que propôs uma reflexão sobre os caminhos da inclusão e da acessibilidade nas universidades federais, retomando o histórico da Educação Especial no Brasil, os avanços conquistados, os retrocessos recentes e os desafios ainda presentes na efetivação do direito à educação superior para pessoas com deficiência.
Além de gestores de universidades federais, a mesa contou com a presença de Sandra Nogueira, representante da Secretaria de Educação Superior (Sesu) do Ministério da Educação (MEC).
Novo decreto
Um dos principais pontos abordados no debate foi a importância do Decreto nº 7.611/2011, que consolidou o paradigma inclusivo e as incertezas trazidas pelo Decreto nº 12.686, de 20 de outubro de 2025, que institui a Política Nacional de Educação Especial Inclusiva e cria a Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva.
O seminário foi realizado durante a Reunião Extraordinária do Conselho Pleno da Andifes.“Trata-se de uma normativa recente, não debatida amplamente com as universidades, os coletivos e os movimentos sociais que historicamente constroem a política de inclusão. O novo decreto revoga o Decreto nº 7.611/2011, que sustentava a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008) – marco democrático que reconheceu a Educação Especial como modalidade transversal, comprometida com o acesso, a permanência e a aprendizagem em contextos comuns de ensino. Que caminhos a nova política abre? O que ela representa para o futuro da inclusão na educação superior?”, provocou Sonia Lopes.
Outros assuntos abordados no seminário foram o papel estratégico do Programa Incluir; a Avaliação Biopsicossocial para estudantes que optaram pelo ingresso por meio das cotas para pessoas com deficiência; a atuação dos Núcleos de Acessibilidade; e a urgência de assegurar orçamento, estrutura e participação social para que a inclusão se efetive nas universidades.
“A inclusão não se faz por decreto, mas pela construção democrática e cotidiana das políticas públicas. É nas universidades federais como espaços de ciência, formação e diálogo que essa construção ganha sentido e permanência”, afirmou a vice-reitora da Ufes.
O seminário Inclusão e Acessibilidade de Pessoas com Deficiência nas Instituições de Educação Superior foi realizado no dia 22 de outubro durante a Reunião Extraordinária do Conselho Pleno da Andifes.
Reunião na Sesu
Já no dia 23, a vice-reitora Sonia Lopes e a secretária de Inclusão Acadêmica e Acessibilidade da Ufes, Cinthya Oliveira, participaram de uma reunião na Sesu para dialogar sobre o fortalecimento das políticas de inclusão e acessibilidade na Universidade. Durante o encontro foram discutidos temas como ampliação da força de trabalho de intérpretes de Libras; fortalecimento das ações de atendimento educacional especializado; instalação de Núcleos de Acessibilidade nos campi; e a proposta de criação de um Comitê Interinstitucional para articular ações intersetoriais voltadas à inclusão e à garantia de direitos das pessoas com deficiência.
Na foto: Cinthya Oliveira e Sonia Lopes (Ufes); Sandra Nogueira (Sesu/MEC); e Lucélia Rabelo (vice-reitora da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará - Unifesspa)
Fotos: Andifes
Categorias relacionadas Assistência estudantilObra internacional sobre morte medicamente assistida conta com contribuição de professora da Ufes
A professora do Departamento de Direito Margareth Zaganelli é uma das autoras do e-book Morte Medicamente Assistida: uma revisão internacional, que reúne pesquisas de diversos países sobre os aspectos jurídicos do suicídio assistido e da eutanásia, dois dos temas mais sensíveis e controversos da bioética e do direito contemporâneo. O livro (disponível em inglês) será apresentado na 17ª Conferência Mundial de Bioética, Ética Médica e Direito da Saúde, que acontecerá em novembro na Eslovênia.
A publicação – coordenada por Patrizia Borsellino (chefe do Departamento de Bioética e Abordagem Filosófica do Direito) e Lorena Forni (responsável pela disciplina Filosofia do Direito), professoras da Universidade de Milano-Bicocca, na Itália – busca promover um debate internacional sobre os limites éticos e legais da morte medicamente assistida, incluindo suicídio assistido (quando o paciente realiza o ato com ajuda de terceiros) e eutanásia (quando outra pessoa, geralmente profissional da saúde, provoca diretamente a morte do paciente). O livro compara experiências de países como Bósnia e Herzegovina, Itália, Espanha, Portugal e Alemanha, além de nações da América Latina.
No capítulo Morte medicamente assistida na Alemanha: a decisão do Tribunal Constitucional Federal de 26 de fevereiro de 2020, Zaganelli analisa a decisão da corte alemã, que ampliou o direito ao suicídio assistido para pessoas com sofrimento psíquico ou doenças psiquiátricas, além de pacientes terminais, mantendo a proibição da eutanásia ativa. Para a professora, isso gera desafios éticos e práticos para médicos, que precisam avaliar se o desejo de morrer é autônomo, consciente e duradouro, e não um sintoma da enfermidade mental.
“Os profissionais de saúde devem garantir que o paciente não está tomando a decisão por falta de informação ou por pressões externas, mas com um entendimento claro das suas implicações. A inclusão da rede de apoio do paciente, quando possível e com a sua autorização, pode auxiliar na identificação de vulnerabilidades e garantir que o paciente não está isolado. O acolhimento e o diálogo são cruciais para a prevenção do suicídio”, explica.
Imagem O e-book reúne pesquisas de diversos países sobre o temaContexto brasileiro
A Suíça foi o primeiro país do mundo a legalizar a morte assistida, em 1942, e, nos últimos anos, diversos países aprovaram legislações ou decisões sobre o tema. Holanda, Bélgica, Luxemburgo, Espanha, Portugal, Estados Unidos e Colômbia já permitem práticas de morte assistida, enquanto França, Reino Unido e Itália ainda discutem regulamentações. Recentemente, o Uruguai aprovou a Lei da Morte Digna, autorizando a eutanásia em determinadas situações.
Zaganelli explica que, no Brasil, o debate ainda é incipiente e enfrenta resistências sociais, religiosas e políticas significativas. Embora o suicídio assistido e a eutanásia sejam criminalizados, o Conselho Federal de Medicina (CFM) permite, desde 2006, a prática da ortotanásia, que consiste em permitir a morte natural sem intervenções médicas excessivas, mediante autorização do paciente ou de sua família. “Essa permissão mostra um reconhecimento gradual da autonomia do paciente no processo de morte”, avalia a professora.
Segundo a professora, o debate sobre morte assistida na Alemanha e no Brasil reflete mudanças na percepção da vida, da morte e da dignidade humana, com ênfase na autonomia e no direito de escolha. Ela destaca que, no Brasil, a discussão questiona a ideia de vida absoluta, defendendo um fim pacífico e sem sofrimento desnecessário. “Mais recentemente, têm surgido ações no sentido de buscar provocar o debate na sociedade e no Congresso Nacional, visando a regulamentação do direito à morte assistida. Isso demonstra uma crescente pressão social para que o tema seja abordado de maneira mais empática e aberta”, conclui.
Imagem: Freepik
Categorias relacionadas PesquisaCEFD inaugura murais que comunicam apoio à diversidade, à inclusão e combate ao etarismo
Quem passar pelo Centro de Educação Física e Desportos (CEFD), no campus de Goiabeiras, vai encontrar dois novos murais ilustrando as paredes do local. Em uma delas, uma pintura de 57 metros quadrados busca retratar as diferentes práticas corporais que constituem os objetos de ensino da área e a diversidade das pessoas que compõem o Centro; em outra, um alfabeto ilustrado da Língua Brasileira de Sinais (Libras).
O muralista Augusto Moraes, que produziu as obras, é egresso do curso de Design da Ufes. Ela afirma que o mural principal foi inspirado no que move a educação brasileira como um todo, as pessoas e suas peculiaridades. “O mural preenche o espaço com personas que representam diversidade étnico-raciais, de gênero, políticas de acessibilidade e combate ao etarismo, ao mesmo tempo em que realizam atividades corporais, e trazem um olhar que foca nas próximas gerações, em um futuro ainda mais diverso e mais acolhedor”, explica.
A arte do mural foi escolhida por professores, técnicos e estudantes do Centro – dentre três propostas apresentadas – por meio de uma votação.
Aprendizado
Imagem Mural com o alfabeto em LibrasSobre o mural em Libras, Moraes afirma que a sugestão foi direcionada pelo CEFD para conscientizar ainda mais as pessoas e ao mesmo tempo fornecer ferramentas de prática para o aprendizado e exercício da língua de sinais: “O mural instiga quem passa a treinar e aprender a se comunicar de maneira a abranger uma parcela a mais da comunidade que por aqui transita”.
A diretora do CEFD, Zenólia Figueiredo, que idealizou a elaboração dos murais, afirma que a iniciativa teve a proposta de dar uma nova identidade visual para os espaços, que pudesse retratar as identidades do próprio centro.
“O CEFD agora tem um espaço com mais cor, movimento e identidade, representando a diversidade na Educação Física e o compromisso com uma Universidade inclusiva, plural, vibrante e democrática”, destaca.
A produção dos murais contou com o apoio da Secretaria de Cultura da Ufes (Secult).
Fotos: Ana Oggioni
Categorias relacionadas InstitucionalBiblioteca Central da Ufes celebra o Dia Nacional do Livro com a I Feira Literária. Evento gratuito e aberto ao público
Dia 29 de outubro é considerado o Dia Nacional do Livro. Para celebrar a data, a Biblioteca Central da Ufes, localizada no campus de Goiabeiras, vai realizar a I Feira Literária, que terá como tema Conectando Leitores, Transformando Acervos. O evento é aberto ao público e vai acontecer nos dias 29, 30 e 31 de outubro, das 8 às 19 horas.
Durante a feira, os visitantes poderão trocar livros. Ao doar um livro, a pessoa recebe um “ticket de troca”, que durante o evento poderá ser utilizado para trocar por outro livro.
“Pensamos em uma feira literária de troca de livros com o objetivo de incentivar a leitura, promover a sustentabilidade por meio da economia circular e criar um espaço dinâmico de interação cultural e intelectual para toda a comunidade”, afirma o diretor da Biblioteca, Fábio Medina.
A programação do evento inclui palestras e oficinas gratuitas. As pessoas interessadas poderão se inscrever no local e haverá emissão de certificado para ouvintes.
Confira a programação de palestras e oficinas:
29/10
• 9h - Abertura oficial da I Feira Literária da Biblioteca Central
• 9h30 às 11h30 - Oficina - Explorando a criatividade: fanzines e publicações independentes
Oficineiro: Henrique Pariz
Local: Sala Multmídia Nazian Azevedo de Morais
• 14h às 15h - Palestra - Livro, leitura e literatura na educação escolar e não escolar
Palestrante: Professora Maria Amélia Dalvi
Local: Auditório Carlos Drummond de Andrade
• 16h às 17h30 - Oficina/Roda de conversa - Escrita terapêutica: a escrita como ferramenta de cuidado emocional
Facilitadora: Thaiz Poloni
Sala Multmídia Nazian Azevedo de Morais
30/10
• 14h às 15h30 - Palestra/Roda de conversa - A Literatura capixaba e o clube de leitura "Leia Capixabas"
Palestrante: Professor Anaximandro Amorim
Local: Sala Multmídia Nazian Azevedo de Morais
• 16h às 17h30 - Palestra - O corpo cabe na escrita: estratégias do desejo
Palestrante: Aline Dias
Local: Sala Multmídia Nazian Azevedo de Morais
31/10
• 14h às 15h30 - Palestra - A literatura capixaba nos 30 anos do Núcleo de Estudos e Pesquisas da Literatura do Espírito Santo
Palestrantes: Professor Vitor Cei, Ana Luisa Fabri e Mayza Bonjour
Local: Sala Multmídia Nazian Azevedo de Morais
• 16h às 17h30 - Oficina - Um livro para livrar-se
Oficineira: Sara Lovatti
Local: Sala Multmídia Nazian Azevedo de Morais
• 18h30 - Encerramento - Apresentação Musical com Dejair De Paula
Categorias relacionadas CulturaEspaço Empreendedor da Ufes completa seis anos com mais de 40 projetos apoiados e R$ 10 milhões captados por startups
Ponte entre a Universidade e o desenvolvimento regional, o Espaço Empreendedor comemorou seu sexto ano de criação nesta quarta-feira, 22. Em cinco anos de efetivo funcionamento, a iniciativa, que leva soluções inovadoras para toda a sociedade, já apoiou mais de 40 projetos em diversas áreas, entre startups residentes no Espaço e não residentes.
Vinculado à Diretoria de Inovação, da Superintendência de Projetos e Inovação (Spin) da Ufes, o Espaço Empreendedor conta atualmente com 25 startups incubadas, sendo 17 oriundas do edital mais recente. Desde o início das atividades, a incubadora vem acumulando números significativos. Segundo estimativas da Diretoria de Inovação, já são mais de R$ 10 milhões em fomento captados pelas startups incubadas; três mil estudantes impactados por minicursos, oficinas e palestras; 800 visitantes recebidos, oriundos de todas as microrregiões do Espírito Santo; cem startups atendidas em oficinas em rede; e mais de 80 postos de trabalho gerados diretamente.
“Em cinco anos de funcionamento, sendo dois durante a pandemia de covid-19, o Espaço Empreendedor se consolidou como um ponto de convergência entre ciência, tecnologia e empreendedorismo. Transformando ideias acadêmicas em negócios reais, ele gera impacto social e econômico no Espírito Santo, fortalece a cultura de inovação na Ufes e promove a formação de empreendedores e pesquisadores com visão de mercado”, afirma o gerente executivo do Espaço Empreendedor, Marcelo Sarcinelli.
Visitas
Imagem Sarcinelli: O Espaço Empreendedor se consolidou como um ponto de convergência entre ciência, tecnologia e empreendedorismoAlém do impacto econômico e social, o sucesso do Espaço Empreendedor tem levado o nome da Ufes para diferentes espaços, por meio de visitas e ações da equipe da Diretoria de Inovação em escolas e faculdades capixabas, totalizando mais de 40 instituições de cidades como Ecoporanga, Linhares, Piúma, Muqui, Castelo e outras localidades, contemplando todas as microrregiões do Espírito Santo.
“A Universidade teve uma grande presença de mídia por meio de programas e entrevistas de nossas startups em revistas, redes de televisão e jornais a nível local e nacional”, afirma Sarcinelli. “Dentro da Ufes, o Espaço Empreendedor representa a valorização da pesquisa aplicada e ajuda a integrar a Universidade ao ecossistema capixaba de inovação, por meio de parcerias com incubadoras, empresas e órgãos de fomento”.
Infraestrutura
Durante o período de incubação no Espaço Empreendedor, as startups têm acesso a infraestrutura física, incluindo salas, coworking, equipamentos e laboratórios; trilhas de evolução personalizadas; mentorias, consultorias e capacitações em gestão, inovação e empreendedorismo; acompanhamento evolutivo com indicadores de progresso; e networking e integração com o ecossistema capixaba de inovação, incluindo investidores, empresas e agências de fomento.
“A dinâmica diária envolve reuniões de mentoria, desenvolvimento de produtos, testes em laboratórios da Universidade e participação em eventos e feiras”, explica Sarcinelli. Para fazer parte da iniciativa, os proponentes devem ficar atentos às chamadas públicas periódicas e aos editais de fluxo contínuo disponibilizados na página do Espaço Empreendedor. A previsão é que novas chamadas sejam abertas em 2026.
Para celebrar o aniversário do Espaço Empreendedor, a Diretoria de Inovação realizará um evento aberto ao público com hackathon (maratona colaborativa para criação de soluções inovadoras), palestras e contato com investidores, além de comemorações das graduações de quatro startups da incubadora, que se transformarão em empresas associadas. A programação deve acontecer até dezembro deste ano. “Será uma oportunidade de mostrar os avanços e os impactos gerados pelas iniciativas incubadas”, diz o gerente executivo.
Categorias relacionadas Institucional PesquisaProjeto Visão Jovem realiza ação neste sábado, 25, para detecção precoce de doenças oculares em adolescentes
O Núcleo Avançado de Retina e Pesquisa em Oftalmologia (Narpo/Ufes), projeto de extensão vinculado ao Departamento de Medicina Especializada (DME), realiza neste sábado, 25, a primeira edição do projeto Visão Jovem, voltado à detecção precoce de ceratocone e erros refrativos em adolescentes e jovens encaminhados pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesa/ES). Os atendimentos serão gratuitos e terão início às 7 horas, no Centro Ambulatorial Multirreferenciado do Hospital Universitário Cassiano Antônio de Moraes (Hucam/Ufes), localizado no campus de Maruípe.
A iniciativa é coordenada pela médica da Diretoria de Atenção à Saúde (DAS/Ufes) Júlia Polido e contará com a atuação de 40 voluntários, entre médicos oftalmologistas, residentes e estudantes de Medicina. A equipe realizará avaliações oftalmológicas, diagnósticos de doenças visuais, encaminhamentos adequados para tratamento e entrega gratuita de armações de óculos, reforçando o caráter social e educativo do projeto.
Para a médica, eventos como o Visão Jovem estimulam o diagnóstico precoce, ampliam o acesso a serviços de saúde e fortalecem a extensão universitária como instrumento de transformação social. “A ação evidencia o papel da Ufes na promoção da saúde pública, prevenção de doenças oculares e formação de profissionais capacitados, fortalecendo o vínculo entre Universidade e comunidade e ampliando o impacto da ciência produzida pela instituição”, conclui ela, que já foi premiada por um estudo inovador na área da saúde ocular de crianças e adolescentes.
Saúde ocular
Coordenado pelo professor do DME Thiago Cabral, o Narpo desenvolve uma série de atividades voltadas à assistência, ensino e pesquisa, estimulando o aprofundamento do conhecimento em Oftalmologia entre estudantes do curso e a capacitação de profissionais da área. O Núcleo já promoveu diversas ações gratuitas de saúde ocular, incluindo cinco edições do Mutirão de Retinopatia Diabética, oferecendo atendimento especializado e diagnóstico precoce a centenas de pacientes.
“O Visão Jovem dá continuidade a essa trajetória, promovendo ações de prevenção que contribuem para a melhoria da qualidade de vida e aprendizado de jovens capixabas”, avalia Cabral.
Outras informações sobre as atividades desenvolvidas pelo Narpo/Ufes podem ser obtidas no perfil do Instagram da Liga Acadêmica de Oftalmologia do Espírito Santo (Laofes/Ufes), vinculada ao projeto de extensão.
Foto: Narpo/Ufes
Categorias relacionadas Extensão SaúdeArtistas-pesquisadores ligados ao Programa de Pós-Graduação em Artes expõem obras no Centro Cultural da UFMG, em Belo Horizonte
Obras de artistas-pesquisadores do Núcleo de Estudos sobre Visualidades, Espacialidades e Materialidades em Arte Contemporânea (Nuvem), vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Artes da Ufes (PPGA/Ufes), estão em exposição no Centro Cultural da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em Belo Horizonte, até o dia 23 de novembro.
Sob a coordenação e curadoria da professora do PPGA Cláudia França, a exposição Nuvem na Galeria foi selecionada por edital para ocupar o espaço expositivo da UFMG. O grupo, criado em 2024 e formado por 12 artistas-pesquisadores, reúne mestrandos, doutorandos e egressos da Ufes que se concentram em investigações que compreendem o processo de criação como fenômeno, em diálogo com o projeto de pesquisa homônimo coordenado por França: O processo de criação como fenômeno: operações, dinâmicas, modelos temporais.
Fazem parte da mostra obras dos artistas André Magnago, Francisco Pereira, Iasmim Dala Bernardina, João Cóser, José Henrique Rodrigues, Karol Rodrigues, Luan Coelho e Marcelo Gandini.
Metáfora
ImagemA metáfora da nuvem – tão antiga quanto o ato de olhar para o céu – adquire na exposição um caráter teórico e poético singular. Se na era digital “nuvem” remete ao espaço de armazenamento de dados, no campo da arte o termo assume sua acepção meteorológica: massa em suspensão, instável, condensação de matérias em trânsito. É, pois, essa condição mutável, esse estado intermediário entre o visível e o informe que define a natureza do grupo e de sua primeira ação coletiva.
Segundo os organizadores da exposição, as pesquisas reunidas em Nuvem emergem de uma concepção ampliada de criação artística, na qual o fazer é também reflexão, e a obra não se encerra em seu resultado material, mas se estende nos gestos, nos desvios e nas pausas.
O conjunto de obras apresentadas evidencia as múltiplas direções assumidas pelo grupo, que transita entre linguagens e escalas: gravura, instalação, performance, fotografia, objeto, vídeo e palavra-texto convivem em um ambiente de ressonâncias e contrapontos.
Mais informações sobre a exposição estão disponíveis no perfil da exposição no Instagram.
Categorias relacionadas CulturaUfes participa da validação de algoritmos de aplicativo da OMS para diagnóstico de doenças de pele
A Ufes, por meio de um grupo de trabalho coordenado pela dermatologista e professora Patrícia Deps, do Departamento de Saúde Coletiva, está participando da fase de validação dos algoritmos do WHO Skin NTD, aplicativo da Organização Mundial de Saúde (OMS) criado para informar e diagnosticar Doenças Tropicais Negligenciadas (DTNs) da área dermatológica, como a hanseníase. O aplicativo começou a ser criado pela OMS e parceiros em 2020. Em 2023, foi lançada uma versão beta com uso de inteligência artificial para identificar as doenças a partir da captura de imagem da lesão.
“Esse aplicativo tem finalidades educativas e de diagnóstico de aproximadamente sete DTNs de pele e outras doenças dermatológicas. O aplicativo dá suporte para os profissionais de saúde da chamada linha de frente – no Brasil, seriam os médicos da atenção primária que não são especialistas em doenças de pele”, afirma Deps. A professora integra o grupo de assessoramento técnico do Programa Global de Hanseníase da OMS.
Por enquanto, apenas a finalidade educativa está disponível no aplicativo, que pode ser baixado nas lojas on-line, com versões em inglês e francês. O diagnóstico será possível após a fase de testes dos algoritmos. Há grupos em todo o mundo testando a eficiência da inteligência artificial para identificação de determinadas doenças.
“Para os testes de validação dos algoritmos aqui na Ufes, nós usamos o nosso banco de imagens de lesões dermatológicas com diagnóstico de hanseníase, com 419 imagens catalogadas. Tudo foi submetido e aprovado pelo Comitê de Ética do Centro de Ciências da Saúde (CCS) da Ufes”, diz a professora. Ao final, a OMS juntou mais algumas imagens de colaboradores da África.
Os resultados, segundo Deps, foram de desempenho razoável para algumas lesões dentro do espectro clínico imunológico da hanseníase. Para outras, nem tanto. Esses resultados foram apresentados para a OMS, que utilizará mais imagens clínicas para novo treino dos algoritmos.
Após esse retreino, haverá outro processo de validação, o que pode ser feito novamente na Ufes. Esse banco é formado a partir de colaborações de pacientes de projetos de pesquisas anteriores da Ufes e de outros lugares do Brasil, além de imagens coletadas por Deps desde 1996.
O que são DTNs
As DTNs são assim classificadas pela OMS porque a Organização entende que são doenças negligenciadas pelo poder público, pela indústria farmacêutica e por profissionais de saúde. “Existem cerca de 120 doenças tropicais negligenciadas pelo mundo afora. E de que mundo nós estamos falando? Do hemisfério sul, principalmente as zonas tropical e subtropical do planeta, onde existe maior concentração de pobreza e essas doenças estão presentes”, diz Deps, lembrando que, nesse grupo de doenças, há várias que são de pele. Ela cita, por exemplo, a escabiose, conhecida popularmente por sarna e caracterizada por coceira constante no corpo. “O seu acometimento impacta seriamente a qualidade de vida do indivíduo”, afirma.
A hanseníase é outra DTN importante. “É uma doença sistêmica, inflamatória, infecciosa, com uma apresentação clínica que chamamos de espectral, indo desde uma mancha esbranquiçada na pele até lesões mais evidentes, como nódulos e úlceras. O algoritmo deve ser capaz de identificar lesões de todo esse espectro, que é uma classificação de caráter clínico e imunológico” explica Deps.
Confira os capixabas que fazem parte do grupo que atua na validação dos algoritmos da OMS:
Patrícia Deps – professora do Departamento de Saúde Coletiva e do Programa de Pós-Graduação em Doenças Infecciosas (PPGDI)/Ufes.
Raquel Bertolani – professora do Departamento de Clínica Médica/Ufes.
Bianca Amorim – pós-graduanda do PPGDI/Ufes.
Taynah Repsold – pós-graduanda do PPGDI/Ufes.
Rafael Loureiro – egresso do curso de Medicina da Ufes, atualmente atua no Departamento de Radiologia do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.
Douglas Almonfrey – professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo (Ifes).
Thiago Zanetti – graduando do Ifes.
Foto: Portal Gov.br
Categorias relacionadas Pesquisa SaúdeMuseu de História Natural do Sul do Espírito Santo reabre com acervo ampliado e infraestrutura mais moderna
O Museu de História Natural do Sul do Espírito Santo (Muses/Ufes), localizado no município de Jerônimo Monteiro - campus de Alegre, reabriu suas portas na última segunda-feira, 20, para receber o público em uma programação especial que marcou a reinauguração da Sala de Exposições 1 - Geociências: Geologia e Paleontologia. O espaço, que foi totalmente renovado, passou a contar com um acervo ampliado de minerais, rochas e fósseis.
Durante o dia, foram realizadas atividades interativas com painéis autoexplicativos, exposição de amostras geológicas, materiais sobre poluição marinha e projeções de vídeos convencionais e em realidade virtual 360 graus, oferecendo aos visitantes uma experiência educativa imersiva. A ação reuniu 125 participantes, entre estudantes de Geologia e Biologia e do ensino fundamental e médio.
Nos próximos dias 24 (sexta-feira) e 25 (sábado), as atividades do Muses seguirão no Parque Sede da Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Papagaio, em Anchieta, levando a exposição para o litoral capixaba pela primeira vez. A programação contará com a mesma proposta interativa que une Geologia e Biologia para promover a Cultura Oceânica, com atividades na sexta, das 14 às 18 horas, e no sábado, das 8 horas ao meio-dia.
Ampliação
O curador da Coleção de Geologia do museu, Paulo Fortes, afirma que o Muses é o único museu com temática específica de História Natural/Ciências Naturais no estado. Nos últimos dois anos, o espaço passou por reformas, visando ampliar o acervo e modernizar a infraestrutura. “Sua reabertura tem grande importância, pois proporciona novamente aos estudantes do ensino superior, médio e fundamental, bem como à comunidade em geral, um espaço gratuito de divulgação e popularização do conhecimento científico”, ressalta Fortes, professor aposentado do Departamento de Geologia.
Estudantes do ensino fundamental e médio e dos cursos de Geologia e Biologia visitaram o museu no dia da reaberturaAs atividades desenvolvidas no Muses incluem as tradicionais oficinas e exposições, além de ações inovadoras, como planetário móvel, óculos de realidade virtual e lousas digitais interativas. Para o curador, a presença inédita do Muses no litoral amplia as possibilidades de atuação do museu, permitindo sua inserção em novos espaços com maior visibilidade e alcance. “Essas atividades são fundamentais para a popularização das Ciências Naturais, e a ênfase em aspectos geológicos e biológicos de regiões costeiras e marinhas contribui para a promoção da Cultura Oceânica, apresentando informações específicas sobre o litoral capixaba”, sinaliza.
Muses na SNCT
O Muses celebrou sua reabertura participando da 22ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) 2025, que este ano traz o tema Planeta Água: cultura oceânica para enfrentar as mudanças climáticas no meu território. O espaço integra a programação da Semana por meio do evento Muses na SNCT: geologia e biologia juntos na promoção da cultura oceânica, com ações que unem ciência, educação e conscientização ambiental. Segundo Paulo Fortes, as ações do Muses na SNCT reforçam os objetivos da Década do Oceano (2021-2030), iniciativa da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) que busca mobilizar a sociedade para a valorização, o conhecimento e a preservação dos oceanos como base para um futuro sustentável.
Ao divulgar informações que ampliam o conhecimento e a compreensão das regiões costeira e marinha capixabas, o Muses estimula a população a aplicar esse saber em atitudes e comportamentos voltados à proteção e preservação desses ambientes. “Mesmo sendo uma iniciativa pontual, as atividades podem contribuir para o enfrentamento do desafio de passarmos do ‘Oceano que temos’, infelizmente cada vez mais poluído e ameaçado, para o ‘Oceano que queremos’, mais limpo, saudável e acessível”, avalia.
As ações do Muses na SNCT contam com apoio da Secretaria de Meio Ambiente da Prefeitura de Anchieta e da Samarco.
Fotos: Ana Oggioni e equipe do Muses
Categorias relacionadas ExtensãoCampus de Goiabeiras sedia em novembro o I Congresso Capixaba de Cultura Oceânica e Mudanças Climáticas. Inscrições abertas
De 10 a 12 de novembro o campus de Goiabeiras sediará o I Congresso Capixaba de Cultura Oceânica e Mudanças Climáticas. O evento, gratuito e aberto ao público, tem como objetivo possibilitar aos participantes o acesso a conhecimentos atualizados sobre a temática por meio de debates com especialistas, apresentações de pesquisas e reflexões sobre os desafios e caminhos da relação entre a humanidade e o oceano. As atividades acontecerão no auditório do prédio CT 1 (CT-I). Inscreva-se aqui.
A programação inclui também apresentações de projetos educativos, oficinas e rodas de conversa com especialistas da Ufes e de instituições externas, como a Associação de Marisqueiras, Paneleiras de Goiabeiras, Amigos da Jubarte, Rede Pop Ciência Brasil, Instituto Nacional da Mata Atlântica (INMA), Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), entre outras.
Dentre os temas que serão discutidos no congresso estão economia azul e mudanças climáticas; justiça azul e racismo ambiental; cultura oceânica no Espírito Santo; cultura oceânica e as políticas públicas de educação ambiental; e tecnologias a serviço dos oceanos.
Para a professora do Departamento de Ciências Biológicas Viviana Corte, uma das organizadoras do encontro, o congresso representa uma oportunidade ímpar para a comunidade acadêmica e para a população em geral, alinhando-se a temas de grande relevância social, ambiental e científica que perpassam diversas áreas do conhecimento. “A discussão sobre Cultura Oceânica e Mudanças Climáticas é fundamental para a formação crítica e engajada de nossos estudantes, capacitando-os a compreender e atuar frente aos desafios contemporâneos”, avalia.
O congresso está sendo organizado pelo Laboratório de Popularização da Ciência da Ufes como uma das ações da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia no Espírito Santo e está alinhado à Década da Ciência Oceânica da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidades (ONU) e às discussões da Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP30), com foco no desafio 10 (Restaurando a relação da sociedade com o oceano) da Década do Oceano (2021-2030), iniciativa da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) que busca mobilizar a sociedade para a valorização, o conhecimento e a preservação dos oceanos como base para um futuro sustentável.
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